Hoje a postagem é de um filme muito especial.
Um dos meus favoritos.
Um filme que é uma obra-prima incontestável.
De uma sensibilidade ímpar!
Um filme que não canso de assistir,
é emoção pura do início ao fim.
CINEMA PARADISO
Nuovo Cinema Paradiso
Cinema Paradiso não possui somente uma história tocante e de personagens sinceros e bem desenvolvidos. As tomadas são muito bem filmadas e o roteiro foi muito bem escrito pelo diretor e por Vanna Paoli (que foi uma colaboradora), mostrando um ambiente simples, mas ao mesmo tempo rico em personagens, mesmo os coadjuvantes, como o homem que se denomina dono da praça onde o cinema se localiza. A sequência em que os meninos ficam um pouco excitados com uma cena que está passando (isso quando o padre não as censurava mais) também é de uma inteligência rica.
Nuovo Cinema Paradiso
Com um ambiente único e bem filmado, mostrando-nos nas expressões de cada personagem seus mais fortes sentimentos, Cinema Paradiso é uma ode à vida. O filme conta que a vida somente tem um sentido se temos alguma paixão e amizade para compartilhá-la, pois mesmo tendo muitos amores em sua vida, Toto nunca mais esqueceu de seu velho amigo e do Paradiso, que foi demolido para a construção de um estacionamento (essa é sem dúvida a cena mais emocionante do filme). Usando de palavras ditas pelo próprio personagem do filme, eu o descrevo como uma experiência “bela, mas triste”, pois todos nós, amantes do cinema, temos um pouco do Toto em nossos interiores.
Título Original:
Nuovo Cinema Paradiso
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 123 minutos
Ano de Lançamento (Itália): 1988
Estúdio: TF1 Film Productions / Les Films Ariane / Cristaldifilm / RAI
Distribuição: Miramax Films
Direção: Giuseppe Tornatore
Roteiro: Giuseppe Tornatore
Produção: Mino Barbera, Franco Cristaldi e Giovana Romagnoli
Música: Andrea Morricone e Ennio Morricone
Direção de Fotografia: Blasco Giurato
Desenho de Produção: Andrea Crisanti
Figurino: Beatrice Bordone
Edição: Mario Morra
Antonella Attili (Maria - jovem)
Enzo Cannavale (Spaccafico)
Isa Danieli (Anna)
Leo Gullotta (Usher)
Marco Leonardi (Salvatore - adolescente)
Pupella Maggio (Maria - idosa)
Agnese Nano (Elena - adolescente)
Leopoldo Trieste (Padre Adelfio)
Salvatore Cascio (Salvatore - criança)
Roberta Lina (Lia)
Nino Terzo (Pai de Peppino)
Jacques Perrin (Salvatores - adulto)
Brigitte Fossey (Elena - adulta)
Philippe Noiret (Alfredo)
Tano Cimarosa (Nicola Di Pinto)
Academia de Hollywood - Oscar de Melhor Filme em Lingua Estrangeira
Academia Britânica - Prêmio de Melhor Filme em Lígua Estrangeira
Academia Britânica - Prêmio de Melhor Roteiro Original
Academia Britânica - Prêmio de Melhor Trilha Sonora Original
Academia Britânica - Prêmio de Melhor Ator (Philippe Noiret)
Academia Britânica - Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante (Salvatore Cascio)
Academia Européia - Prêmio de Melhor Ator (Philippe Noiret)
Academia Européia - Prêmio Especial do Júri (Giuseppe Tornatore)
Globo de Ouro - Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira
Prêmios César, França - César de Melhor Poster
Prêmios David di Donatello - David de Melhor Música
Prêmios para Jovens Artistas - Prêmio Especial de Melhor Ator Jovem (Salvatore Cascio)
Festival de Cannes - Grande Prêmio do Júri (Giuseppe Tornatore)
Festival Robert, Dinamarca - Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro
Academia Britânica - Indicado aos Prêmios de Melhor Direção, Melhor Edição, Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Melhor Design de Produção
Academia Japonesa - Indicado ao Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro
Prêmios César, França - Indicado ao César de Melhor Filme Estrangeiro
Festival de Cannes - Indicado à Palma de Ouro (Giuseppe Tornatore)
Após passar quase 30 anos em Roma, onde se transformou num cineasta de sucesso, Salvatore di Vitto retorna à pequena cidade onde cresceu, quando é avisado por sua mãe sobre a morte de Alfredo, um antigo operador do cinema local. Salvatore começa, então, a relembrar seu passado naquela cidadezinha da Sicília, sua família, sua infância, sua adolescência, suas paixões e sua grande amizade por Alfredo.
Assim é que, em flashbacks, ele se lembra que nos anos que antecederam à chegada da televisão, logo depois do final da Segunda Guerra Mundial, ele mantinha uma grande afeição pelo cinema local e procurou travar amizade com Alfredo, o operador que se irritava com certa facilidade, mas que tinha um enorme coração.
Continuando com suas recordações, Salvatore lembra-se de sua grande e encantadora amizade com Alfredo e como sua vida foi mudando aos poucos. Foi ele, inclusive, quem lhe ensinou a lidar com o projetor do velho cinema. Quando ocorreu uma tragédia, Alfredo sofreu queimaduras bastante graves e perdeu a visão. Ele, então, assumiu o lugar do amigo no cinema, após o mesmo ser reformado, por conta dos danos causados pelo incêndio, e reaberto com o nome de 'Nuovo Cinema Paradiso'.
Salvatore lembra-se, ainda, da grande paixão que nutria pela jovem Elena, mas que infelizmente não era por ela correspondido. Abatido, ele procurou se aconselhar com Alfredo e, em seguida, tomou uma audaciosa decisão: permanecer todas as noites defronte à janela de Elena até que ela cedesse. Depois de algum tempo, ela foi ao seu encontro e eles começaram um relacionamento, mas sua alegria logo se transformou em tristeza, quando o pai dela mudou toda a família para uma outra cidade e Elena desapareceu de sua vida para sempre.
Pôsters
http://br.youtube.com/watch?v=1FzVWlOKeLs
http://br.youtube.com/watch?v=RwDf2DCX_1A&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=yK1smbWqP1g&feature=related http://br.youtube.com/watch?v=LarMt8J-6BQ&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=RwDf2DCX_1A&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=yK1smbWqP1g&feature=related http://br.youtube.com/watch?v=LarMt8J-6BQ&feature=related
Fontes:
http://www.adorocinema.com
http://epipoca.uol.com.br
http://www.65anosdecinema.pro.br
Música: Ennio Morricone, Andrea Morricone
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