domingo, 29 de novembro de 2009

"Deus sabe todas as coisas"





Mensagem: Recebido de um amigo por e-mail.

Música: Michel W Smith - Above All



quinta-feira, 26 de novembro de 2009

"Antídotos - Paulo Roberto GaefKe"

Recebí de uma amiga por e-mail

este significativo texto. Sou super fã

deste autor e faço questão de registrá-lo

aqui no meu cantinho.


"Antídotos"

(Paulo Roberto GaefKe)





Contra um mau pensamento, uma dúzia de bons desejos.

Contra a inveja, mais trabalho.
Contra a crise, criatividade.
Contra o desânimo, perseverança.
Contra o ódio, mais amor.
Contra a incerteza, uma decisão.
contra o descrédito, firmeza.
Contra a doença, repouso e cuidados.
Contra a infidelidade, serenidade.
Contra as dívidas, planejamento.
Contra o passado, visões do futuro.
Contra a solidão, solidariedade.
Contra a fome, misericórdia.
Contra tudo, a fé absoluta.
Contra você, nem pensar!

Seja a favor dos ventos, dá menos trabalho!

A favor da vida, a favor dos amigos,
a favor da família, a favor da unidade,
a favor dos bons motivos, a favor do bem.

Assim, a vida, que ouve atentamente nossos desejos,
responde com o florescimento dos frutos que você plantou.
Nada mais, nem menos, do que o florescer das suas sementes.

Se você plantar boas coisas, vai ter uma excelente colheita.

Se plantou sementes com problemas, vai colher frutos doentes.
Contra o dia de ontem, o dia de hoje.

Tudo pode recomeçar, tudo pode ser feito de novo,
sem os defeitos do ontem, com a esperança do amanhã,
que com certeza, será um lindo dia,
cheio de paz e harmonia.

"Porque do Sol, você é o calor,
da chuva, o alimento que irriga a terra,
de Deus, a esperança de dias melhores."

Voe!

Voe alto, o destino é você quem faz.

Escolha certo e conquiste!








Imagens: Google.

Música: Biafra - Sonho De Ícaro {Amodoro essa música :-) }



segunda-feira, 23 de novembro de 2009

"ARTIGO: A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS"


Um artigo interessante que recebí

de um amigo por e-mail.

Gostei muito... Registrei!

Vale a pena a leitura.





"A Mente Apaga Registros Duplicados"

(Por Airton Luiz Mendonça)




O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.

Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... Você começará a perder a noção do tempo.

Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:

Nosso cérebro é extremamente otimizado.

Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo.

Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.

Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.

Como acontece?

Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).

Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.

Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -... Enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... ROTINA

A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).

Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.

Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia). Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.

Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.

Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.

Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... Em outras palavras... V-I-V-A!

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado (a) com alguém disposto (a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... Do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.

Cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?


Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.

E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes
e em CorES difErEntEs!

CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE,

MOLHE, DOBRE, PICOTE,

INVENTE, REINVENTE...

V I V A!






Artigo: do jornal O Estado de São Paulo.

Imagens: Google.

Música: Rod Stewart - Sailing (playback)



quinta-feira, 19 de novembro de 2009

"VISTA CANSADA"



"VISTA CANSADA"

(Otto Lara Resende)




Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa idéia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima idéia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


(Texto publicado no jornal “Folha de S. Paulo”, edição de 23 de fevereiro de 1992)




"Às vezes, é preciso esquecer
um pouco a pressa e prestar
mais atenção em todas as
direções ao longo do caminho...
A pressa cega os olhos.
E deixamos de observar
tantas coisas boas e belas
que acontecem ao nosso redor.
Às vezes, o que precisamos
está tão próximo...
Passamos, olhamos, mas não
enxergamos!
Não basta apenas olhar.
É preciso saber olhar com os olhos,
enxergar com a alma e
apreciar com o coração."


Texto: Recebido de uma amiga por e-mail.

Imagens: Google.

Música: Ben Harper - Amen Omen


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

"PLANTIO"



"PLANTIO"




Se eu não me esforço, não adianta esperar!
O mundo é pura física: "ação e reação".
Colhemos exatamente o que plantamos,
por isso, se as lágrimas de hoje são um mistério,
basta vasculhar lá atrás as sementes que espalhamos.

Mas, assim como na horta que cultivamos,
podemos arrancar as ervas daninhas a qualquer hora,
e preparar o terreno para outra semeadura.
Também em nossas vidas,
podemos plantar as nossas melhores sementes,
podemos cuidar dos nossos sentimentos,
elevando a qualidade dos nossos pensamentos,
regando carinhosa e pacientemente nossas atitudes.

Não espere milagres, comece agora a sua horta,
mãos na terra removendo a ilusão,
enxada do amor próprio para remover velhas dores,
que estão fixas como "raízes em nós mesmos".
E tenha paciência, esperar faz parte da sabedoria,
um pé de abacate pode demorar 5 anos para dar frutos,
mas quando começa a produzir, pode durar um século.

Que a sua felicidade seja uma árvore centenária,
ainda que demore para começar a dar frutos,
que seja perene e se espalhe pelo vento,
como pólen amoroso da própria vida.

Vida que convida: vem plantar amor!


(Desconheço o autor)






Texto e imagem: Adorei este texto e a imagem visitando o blog da amiga Rita. Literalmente "peguei emprestado" e registrei aqui... Obrigadão amiga querida! :-)

Música: Pink Floyd - Comfortably Numb




domingo, 8 de novembro de 2009

"A História do Lápis"




"A História do Lápis"






O menino olhava a avó escrevendo uma carta.
A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco?
E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade.
Entretanto, mais importante do que as palavras,
é o lápis que estou usando.
Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas.
Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las,
será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

"Primeira qualidade:
Você pode fazer grandes coisas,
mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos.
Esta mão nós chamamos de Deus,
e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade."

"Segunda qualidade:
De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo,
e usar o apontador.
Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final,
ele está mais afiado.
Portanto, saiba suportar algumas dores,
porque elas o farão ser uma pessoa melhor."



"Terceira qualidade:
O lápis sempre permite que usemos uma borracha
para apagar aquilo que estava errado.
Entenda que corrigir uma coisa que fizemos
não é necessariamente algo mau, mas algo importante
para nos manter no caminho da justiça."

"Quarta qualidade:
O que realmente importa no lápis não é a madeira
ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro.
Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."

"Finalmente, a quinta qualidade do lápis:
ele sempre deixa uma marca.
Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida,
irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação."









Texto e Imagens: Google.

Música: Robert Pattinson – Lullaby



segunda-feira, 2 de novembro de 2009

"NÃO SEI... - CORA CORALINA"






Não sei... se a vida é curta...
Não sei...
Não sei...
se a vida é curta
ou longa demais para nós.

Mas sei que nada do que vivemos
tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo:
é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira e pura...
enquanto durar.









Recebi esta poesia de uma amiga de longa data... com os dizeres:

"Creio que ao lê-la vocês saberão porque a escolhi para este dia que eu chamo não dos Mortos e sim de Saudade."

Concordo plenamente com ela... penso que o dia de hoje deveria mesmo ser chamado de Dia da Saudade.

Imagens: Google.

Música: Ernesto Cortazar - Secret Feelings.



domingo, 1 de novembro de 2009

"Estações"


"Estações"

(Paulo Roberto Gaefke)





Se a vida é consequência dos nossos desejos,
deduz-se, deveria ser um mar de rosas,
afinal de contas, quem em sã consciência
deseja algo de mal para si mesmo?

Todavia, vemos diariamente
um "mundaréu" de gente sofrendo,
uns de maneira cruel pela falta de tudo:
saúde, alimentação, mal congênito, miséria absoluta,
e outros, com problemas de aceitação pessoal,
lunáticos, depressivos, obsessores e obsediados,
gente que tem tudo o que outros gostariam de ter,
menos a satisfação das conquistas.

Onde encontrar então, a tal felicidade?

Será utopia ou Shangri-la distante
Parece que os homens resolveram
seguir uma viagem sem fim, cujo destino,
a tal da Felicidade,
é um ponto que não se encontra.

Por isso, tantos conflitos, abusos no consumo;
comemos, bebemos, fumamos, corremos demais,
temos pouco tempo para a reflexão,
parece que fugimos da realidade,
temos medo de encontrar "nós mesmos"
na próxima esquina.

Pense!

Onde você anda colocando a sua felicidade?

Qual é esse sonho que você não alcança,
que dor é essa que não sai do seu peito,
esse choro contido que "vaza" quando você menos espera?

Que desejo é esse de ter, consumir, ostentar,
mandar, dirigir vidas, consertar pessoas

Esvazie-se!

Entenda de uma vez por todas
que a vida pede equilíbrio,
tudo tem um preço,
mesmo os sentimentos mais valiosos,
não se deixe levar pelas aparências,
eleja a simplicidade como modo de vida,
comemore cada conquista,
por mais simples que possa parecer.

São os seus olhos que vão te guiar até a Felicidade,
que agora, deixa de ser um ponto distante,
para ser a próxima rodoviária,
que fica ai mesmo, na sua casa.


Seja Feliz!