terça-feira, 8 de dezembro de 2009

"O Menino Que Domou O Vento"


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Admirável! É de pessoas assim

que este mundo precisa!

Bjks e até a próxima postagem.





"O Menino Que Domou O Vento"


(Por Ricardo Santos // fotos: Tom Rielly)


Com dois livros de física elementar, um monte de lixo e a energia eólica, jovem abastece lâmpadas e celulares em sua vila no interior da África.


William Kamkwamba mostra a instalação que carrega
celulares e acende luzes em Malauí, na África.

Escondido entre Zâmbia, Tanzânia e Moçambique, o Malauí é um país rural com15 milhões de habitantes. A três horas de carro da capital Lilongwe, a vila de Wimbe vê um garoto de 14 anos juntando entulho e madeira perto de casa. Até aí, novidade nenhuma para os moradores. A aparente brincadeira fica séria quando, dois meses depois, o menino ergue uma torre de cinco metros de altura. Roda de bicicleta, peças de trator e canos de plástico se conectam no alto da estrutura e, de repente, o vento gira as pás. Ele conecta um fio, e uma lâmpada é acesa. O menino acaba de criar eletricidade.

O menino e a importância de suas descobertas cresceram. William Kamkwamba, agora com 22 anos, já foi convidado para talk shows, deu palestras no Fórum Econômico Mundial, tem site oficial, uma autobiografia - The Boy Who Harnessed the Wind (O Menino que Domou o Vento, ainda inédito no Brasil) - e um documentário a caminho. O pontapé de tamanho sucesso se deve a uma junção de miséria, dedicação, senso de oportunidade e uma oferta generosa de lixo.


Em termos de geração e consumo de energia elétrica,
o Malauí é o 138º país do mundo.


Uma seca terrível no ano 2000 deixou grande parte da população do Malauí em situação desesperadora. Com as colheitas reduzidas drasticamente, as pessoas começaram a passar fome. "Meus familiares e vizinhos foram forçados a cavar o chão pra achar raízes, cascas de banana ou qualquer outra coisa pra forrar o estômago", diz Kamkwamba. A miséria o impediu de continuar na escola, que exigia a taxa anual de US$ 80. Se seguisse a lógica que vitima muitos rapazes na mesma situação, o destino dele estava definido: "Se você não está na escola, vai virar um fazendeiro. E um fazendeiro não controla a própria vida; ele depende do sol e da chuva, do preço da semente e do fertilizante", diz Kamkwamba.

Para escapar dessa sentença, começou a frequentar uma biblioteca comunitária a 2 km de sua casa. No meio de três estantes com livros doados pelo Reino Unido, EUA, Zâmbia e Zimbábue, Kamkwamba encontrou obras de ciências. Em particular, duas de física. A primeira explicava como funcionam motores e geradores. "Eu não entendia inglês muito bem, então associava palavras e imagens e aprendi física básica." O outro livro se chamava Usando Energia, tinha moinhos na capa e afirmava que eles podiam bombear água e gerar eletricidade. "Bombear um poço significava irrigar, e meu pai podia ter duas colheitas por ano. Nunca mais passaríamos fome! Então decidi construir um daqueles moinhos."


O primeiro moinho ganhou altura (12 metros) e potência.


Você está fumando muita maconha. Tá ficando maluco. "Era isso que Kamkwamba ouvia enquanto carregava sucata e canos para seu projeto. "Não consegui encontrar todas as peças para uma bomba d'água, então passei a produzir um moinho que gerasse eletricidade." Seu primo Geoffrey e seu amigo Gilbert o ajudaram, e após dois meses as pás giravam. O gerador era um dínamo de bicicleta que produzia 12 volts, suficientes para acender uma lâmpada. As pessoas próximas a ele só acreditaram em sua conquista quando ele ligou um rádio, que na hora tocou reggae nacional. "Fiquei muito feliz. Finalmente as pessoas reconheceram que eu não estava louco."

"Conseguimos energia para quatro lâmpadas, e as pessoas começaram a vir carregar seus celulares", diz. No Malauí, a companhia telefônica se recusou a fornecer infra-estrutura para as vilas, e as empresas de celulares chegaram com torres de transmissão e baratearam os aparelhos. Por isso, hoje há mais de um milhão de aparelhos celulares no país, uma média de oito para cada cem habitantes.

A história chegou aos ouvidos do diretor da ONG que mantinha a biblioteca. Ele trouxe a imprensa, e o menino foi destaque no jornal local. E daí alcançou o diretor do programa TEDGlobal, uma organização que divulga ideias criativas e inovadoras que convidou Kamkwamba para uma conferência na Tanzânia. O jovem aumentou o primeiro moinho para 12 metros de altura e construiu outro que bombeia água para irrigação. "Agora posso ler à noite, e minha família pode irrigar a plantação", diz.

Depois de cinco anos, com ajuda daqueles que descobriram sua história, Kamkwamba voltou à escola. Passou por duas instituições no Malauí, estudou durante as férias no Reino Unido e agora cursa o segundo ano da African Leadership Academy, instituição em Johannesburgo que reúne estudantes de 42 países com o intuito de formar a próxima leva de líderes da África.

Apesar de não ter mudado em nada a sua humildade, o sucesso e as oportunidades de estudo tornaram mais ambiciosos os planos de Kamkuamba: "Quero voltar ao Malauí e botar energia barata e renovável nas vilas. E implementar bombas d'água em todas as cidades. Em vez de esperar o governo trazer a eletricidade, vamos construir moinhos de vento e fazê-la nós mesmos".

Escrito por William Kamkwamba em conjunto com o jornalista Bryan Mealer, The Boy Who Harnessed the Wind foi lançado em 29 de setembro nos EUA e ficou entre os dez mais da livraria virtual Amazon.


"Entrevista"

Conversamos com William Kamkwamba, o menino africano que construiu um moinho com lixo e dois livros de física.



* Conte-me um pouco sobre você, William. Quando você nasceu, onde foi, como é sua família?

Nasci em 5 de agosto de 1987 em Dowa, no Malauí. Moro com seis irmãs, meu pai e minha mãe. Em uma família de garotas, você pode imaginar os problemas por que passei. Na escola, os garotos sempre implicavam comigo porque eu não tinha um irmão mais velho que me protegesse. De qualquer jeito, sobrevivi.

* Como é sua vida na vila onde mora, como são as condições de água, eletricidade...?

Moro na vila de Wimbe. É um lugar pequeno com uma grande estrada empoeirada e algumas lojas. Chamamos de Centro de Comércio. Há o barbeiro, o soldador, vários armazéns que vendem roupas e uma loja Farmer’s World, onde meu pai compra milho para plantar e fertilizante. Seguindo essa estrada, há a minha vizinhança, Masitala. A cidade grande mais próxima é Kasungu, com muitos habitantes, um grande supermercado e várias lojas. Para chegar até lá, tem que ir de carona, espremido por uma hora na caçamba de um caminhão. Só 2% da população rural do Malauí tem eletricidade e isso é um grande problema. E antes de eu conseguir perfurar um poço e providenciar água limpa para minha família, não havia água corrente por quase 100 km.

* Em 2000, o Malauí passou por uma seca terrível. Foi por isso que você teve de deixar a escola em 2002?

Sim. Essa seca fez faltar alimento em todo o país. Ninguém conseguia plantar o suficiente para comer. As pessoas começaram a passar fome. Muitos moradores aqui perto de Wimbe morreram de inanição. Causou a morte de mais de 10 mil malauianos. Meus vizinhos e minha família fomos forçados a cavar o solo para achar raízes e cascas de banana, qualquer coisa para forrar o estômago. A taxa para minha escola era 80 dólares por ano. Por causa da situação, meu pai não conseguia pagar, tive que para de estudar com 14 anos.

* Como você se sentiu por estar fora da escola?

Era bem ruim. Se você não está estudando, quer dizer que vai ser fazendeiro. Eles não controlam a própria vida; dependem do sol, da chuva, do preço das sementes e do fertilizante. Quando saí da escola, olhei meu pai, aqueles campos ressecados e vi o resto de minha vida. Era um futuro que não podia aceitar.

* Foi aí que você começou a frequentar uma biblioteca perto da sua casa?

Sim. Era um lugar bem pequeno dentro de minha escola primária, a uns dois km de casa. Eu geralmente caminhava, ou ia de bicicleta. A biblioteca tinha três estantes cheias de livros doados pelos EUA, Reino Unido, Zâmbia e Zimbábue. Fui com a esperança de estudar por conta própria, para ficar no mesmo nível dos amigos que continuaram na escola. Comecei a ler livros de ciência, e isso mudou minha vida.

* Você construiu um moinho de vento a partir das explicações de um livro, sem nunca ter visto um. Como foi isso, e para que você queria um moinho?

No livro, “Explaining Physics”, entendi como funcionavam motores e geradores. Não lia inglês muito bem. Usei diagramas e fotos para associar as palavras, e assim aprender física básica. O outro livro que li chamava-se “Using energy” e tinha uma foto de um moinho de vento na capa. Dizia que moinhos podem bombear água e gerar eletricidade. Meu pai poderia irrigar a plantação, aumentar a colheita e nós nunca mais passaríamos fome! Por isso decidi construir um moinho. Não havia instruções, mas sabia que se um homem havia construído no livro, eu também conseguiria.

* Como você fez para arranjar as peças? Quanto tempo levou?

Fui a um ferro-velho perto de casa e encontrei vários pedaços de metal e uns canos de plástico. Mas vi que não tinha todas as peças para uma bomba-d’água, então procurei fazer um moinho que gerasse eletricidade. Quando me viam carregando os ferros, as pessoas achavam que eu estava louco. Me provocavam e diziam que eu estava fumando maconha. Mas não deixei que isso me incomodasse. Continuei. Meu primo, Geoffrey, e outro amigo, Gilbert, me ajudaram a construir. Ficou pronto em dois meses. Quando o vi funcionando, fiquei muito feliz. Finalmente as pessoas sabiam que eu não estava louco.

* Quanta energia gerava o moinho?

O gerador do moinho era um dínamo de bicicleta, produzia 12 volts. Era suficiente para acender uma lâmpada. Mais tarde, meu primo achou uma bateria de carro na estrada. Demos uma carga nela, e conseguimos energia para manter quatro lâmpadas e dois rádios. As pessoas faziam fila para carregar seus celulares. Os celulares estão em todo o lugar na África porque são baratos. Há poucos lugares onde a eletricidade chega - geralmente nos arredores das empresas estatais de tabaco - e algumas lojas cobram para as pessoas carregarem os celulares. Comigo era grátis.

* Depois que sua história se espalhou, você voltou a estudar. Como estão seus estudos?

Depois que eu fui à conferência do TED [organização sem fins lucrativos que promove conferências anuais para divulgar boas ideias] em Arusha, na Tanzânia, algumas pessoas se aproximaram e me ofereceram ajuda para voltar à escola. Primeiro frequentei um colégio cristão na capital. Agora estudo em Johannesburgo, na África do Sul, na African Leadership Academy, uma escola que pretende treinar a próxima geração de líderes do continente. Há 200 estudantes de 42 países diferentes da África.

* Agora que você viu que seu moinho não só ajudou sua família, mas gerou esperança em cima de energia elétrica e renovável, quais são seus próximos planos?

Depois de fazer faculdade, talvez nos EUA, quero voltar ao Malauí e descobrir maneiras de produzir energia barata e renovável nas vilas. Quero construir bombas-d’água de baixo custo e que possam ser operadas facilmente. E também colocar um moinho de vento em cada cidade do Malauí. Quando a companhia estatal de telefones se recusou a atender às vilas, as empresas particulares de telefonia celular chegaram com torres e agora todos têm celulares. Nós simplesmente passamos por cima dessas companhias ineficientes. Espero fazer o mesmo com a energia no Malauí. Em vez de esperar o governo levar eletricidade até as vilas por linhas de força, vamos construir moinhos de vento e gerá-la nós mesmos.





domingo, 6 de dezembro de 2009

"Receitinhas para o Verão - A"



"Receitinhas para o Verão - A"




"Abóbora ao Forno"




Para 2 pessoas - 125 calorias cada porção

Ingredientes:
1 colher (sopa) de farinha de trigo
10 gramas de queijo tipo gruyère ralado
400 gramas de abóbora madura
1 copo de leite desnatado
pimenta-do-reino
sal
Modo de Preparo:

Descascar a abóbora e retirar as sementes. Cortar em pedacinhos. Cozinhar em água ligeiramente salgada durante 15 minutos mais ou menos. Escorrer e amassar a abóbora na mesma panela em que foi cozida. Deixar em fogo forte para evaporar toda a água, mas tome cuidado para não queimar. Em separado, dissolver a farinha de trigo no leite e levar ao fogo brando. Quando ferver e adensar, despejar sobre a abóbora e mexer bem. Despejar num pirex, polvilhar com o queijo ralado e levar ao forno por uns 10 minutos para gratinar.




"Fundo de Alcachofras Recheados"


Para 2 pessoas - 125 calorias cada porção

Ingredientes:

2 alcachofras grandes
50 gramas de cogumelos
caldo de ½ limão
pimenta-do-reino
1 ovo cozido
sal


Modo de Preparo:

Cozinhar os cogumelos num pouco de água fervente e caldo de limão. Escorrer. Cozinhar igualmente as alcachofras na água fervente durante uns 20 minutos. Retirar as folhas e a palhinha do fundo. Depois tirar com uma colherinha a parte comestível e amassar bem com os cogumelos e o ovo cozido. Temperar com sal e pimenta. Rechear com essa mistura cada fundo de alcachofra e levar ao forno por um instante para aquecer e dourar um pouco por cima.




"Alface Cozida"



Para 1 pessoa - 70 calorias cada porção

Ingredientes:

200 gramas de alface
1 colherinha (café) de farinha de trigo
½ copo de leite desnatado
rodelas de limão
2 cebolas

Modo de Preparo:

Lavar bem a alface e cozinhar com um pouco de água fervente com sal e as cebolas. Depois escorrer. Dissolver a farinha de trigo no leite desnatado e temperar com sal e pimenta. Lavar ao fogo até adensar e despejar sobre a alface cozida. Enfeitar o prato com as rodelas de limão.






"Arroz com Tomates"




2 pessoas - 192 calorias cada porção

Ingredientes:

200 gramas de tomates sem as sementes
1 dente de alho socado
100 gramas de arroz
pimenta-do-reino
sal

Modo de Preparo:

Lavar o arroz, escorrer e cozinhar com sal e pouca água, para ficar soltinho. Picar os tomates e colocar numa panelinha com alho socado, sal e pimenta. Cozinhar e deixar apurar. Colocar o arroz cozido num pirex e cobrir com o molho de tomates. Lavar ao forno quente durante 15 minutos, mais ou menos.








"Aspargos Gratinados"





Para 2 pessoas - 75 calorias cada porção

Ingredientes:

12 aspargos em conserva ou frescos
10 gramas de queijo ralado
10 gramas de manteiga
pimenta-do-reino
2 tomates
sal

Modo de Preparo:

Colocar os aspargos (se forem frescos, cozinhar antes) num pirex. Polvilhar com o queijo ralado e espalhe por cima a manteiga em pelotinhas. Rodear com os tomates cortados em fatias, salpicar com sal, pimenta e levar ao forno para dourar.







"Aspargos com Molho Saboroso"




Para 2 pessoas

Ingredientes:

1 colher(es) de sopa de creme de leite.
1/2 litro(s) de água
2 colher(es) de sopa de salsinha
1/2 colher(es) de chá de sal
1/2 colher(es) de chá de mostarda
1 ovo(s)
1 pepino(s) pequeno(s) em conserva
1/2 vidro(s) de aspargos
1/2 colher(es) de chá de alcaparras
1/2 xícara(s) de chá de maionese light

Modo de Preparo:

1. Escorrer 1/2 vidro(s) de aspargos e cortar ao meio. Reservar.
2. Levar ao fogo 1/2 litro(s) de água e deixar ferver.
3. Cozinhar 1 ovo(s) por dez minutos, calculando o tempo a partir da fervura da água.
4. Depois, passar o(s) ovo(s) cozido(s) em água corrente para esfriarem rapidamente.
5. Cortar o(s) ovo(s) em gomos e reservar.
6. Misturar 1/2 colher(es) de chá de mostarda com 1 colher(es) de sopa de creme de leite.
7. Colocar 1/2 xícara(s) de chá de maionese light em uma vasilha e acrescentar o creme de leite e a mostarda, já misturados. reservar.
8. Picar bem miudinho 1 pepino(s) pequeno(s) em conserva e passar no processador, misturar 2 colher(es) de sopa de salsinha picada.
9. Adicionar 1/2 colher(es) de chá de sal, 1/2 colher(es) de chá de alcaparras na mistura do pepino e da salsinha e misturar com o creme de leite e a mostarda reservados.
10. Misturar os aspargos cortados com os ovos e colocar numa travessa.
11. Incorporar o molho sobre os ovos e os aspargos.

Dica: Se quiser servir quente, acompanhe com arroz integral. Coloque em pratos individuais - o arroz enformadinho um uma xícara de café grande (pouco arroz) e os aspargos em volta. Arrume artisticamente.







Receitas e Imagens: Google.


Música: Terry Winter - Summer Holiday


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

"Direitos de Qualquer Pessoa"



"Direitos de Qualquer Pessoa"

(Geraldo Eustáquio de Souza)



Direito à Vida

Todas as pessoas nascem diferentes.

Cada indivíduo é um processo único e

inacabado, imperfeito e humano, pronto

para desabrochar como obra-prima que

é da Natureza.

Igualdade de Direitos

É direito de toda pessoa usufruir igualmente

dos mesmos direitos, até o limite de não

prejudicar ou impedir os outros de também

usufruírem os deles.

Direito à Liberdade

Toda pessoa é livre para ser, para existir e para criar.

A Liberdade Individual é o fundamento das Relações

Sociais e das Regras de Comportamento Coletivo.

É ilegítimo qualquer Sistema Social baseado na

supressão desse direito.

Direito à Individualidade

Toda pessoa tem o direito de ser ela mesma e de

assumir integralmente a sua própria identidade.

Direito ao Corpo

Toda pessoa tem direito à propriedade do seu próprio

corpo e de dele desfrutar como fonte de crescimento,

de prazer e de realização pessoal.

Direito ao Sexo

Toda pessoa tem o direito de manifestar a sua própria

sexualidade, sem medo, preconceito, vergonha ou culpa.

Direito de Sentir

É direito de toda pessoa ter sentimentos e de

expressá-los livremente em todas as suas ações.

Direito à Fantasia

Toda pessoa tem o direito de sonhar e de tentar viver

a sua própria loucura, transformando seus sonhos em

realidade.

Direito de Escolha

Toda pessoa tem o direito de escolher o seu próprio

destino e de escrever a sua própria história,

respondendo "sim" ou "não" a cada situação que

a vida lhe apresenta.

Direito de Pensar

A consciência é um dom natural em cada indivíduo.

Nenhuma instituição ou doutrina, nem com o uso

da força, pode privá-lo de formar e manter idéias

próprias a respeito do que quer que seja.

Direito de Aprender

Corno parte essencial do seu processo de crescimento,

toda pessoa tem o direito de cometer erros, de

demonstrar fraqueza e até mesmo de desistir, sem se

envergonhar dessas limitações tão próprias da condição humana.

Direito de Sofrer

As quedas e as perdas fazem parte da vida e toda

pessoa tem o direito de vivê-las em toda a sua

extensão e profundidade.

Direito à Mudança

Toda pessoa tem o direito de mudar o seu modo de ser,

de rever seus objetivos, valores, crenças e

pontos-de-vista e de voltar atrás em suas decisões.

Direito de Recomeçar

Não importa o que aconteça, toda pessoa tem o direito

de se perdoar pelos erros e fracassos e de começar de

novo, sempre, até o seu último instante de vida.

Direito à Felicidade

Toda pessoa tem o direito de ser feliz. Ainda que a

realização disso signifique trabalho árduo, é na alegria

de viver que se encontra o sentido maior da

própria existência.






Texto: Recebido por e-mail.

Imagens: Google.

Música: Coldplay - Clocks




domingo, 29 de novembro de 2009

"Deus sabe todas as coisas"





Mensagem: Recebido de um amigo por e-mail.

Música: Michel W Smith - Above All



quinta-feira, 26 de novembro de 2009

"Antídotos - Paulo Roberto GaefKe"

Recebí de uma amiga por e-mail

este significativo texto. Sou super fã

deste autor e faço questão de registrá-lo

aqui no meu cantinho.


"Antídotos"

(Paulo Roberto GaefKe)





Contra um mau pensamento, uma dúzia de bons desejos.

Contra a inveja, mais trabalho.
Contra a crise, criatividade.
Contra o desânimo, perseverança.
Contra o ódio, mais amor.
Contra a incerteza, uma decisão.
contra o descrédito, firmeza.
Contra a doença, repouso e cuidados.
Contra a infidelidade, serenidade.
Contra as dívidas, planejamento.
Contra o passado, visões do futuro.
Contra a solidão, solidariedade.
Contra a fome, misericórdia.
Contra tudo, a fé absoluta.
Contra você, nem pensar!

Seja a favor dos ventos, dá menos trabalho!

A favor da vida, a favor dos amigos,
a favor da família, a favor da unidade,
a favor dos bons motivos, a favor do bem.

Assim, a vida, que ouve atentamente nossos desejos,
responde com o florescimento dos frutos que você plantou.
Nada mais, nem menos, do que o florescer das suas sementes.

Se você plantar boas coisas, vai ter uma excelente colheita.

Se plantou sementes com problemas, vai colher frutos doentes.
Contra o dia de ontem, o dia de hoje.

Tudo pode recomeçar, tudo pode ser feito de novo,
sem os defeitos do ontem, com a esperança do amanhã,
que com certeza, será um lindo dia,
cheio de paz e harmonia.

"Porque do Sol, você é o calor,
da chuva, o alimento que irriga a terra,
de Deus, a esperança de dias melhores."

Voe!

Voe alto, o destino é você quem faz.

Escolha certo e conquiste!








Imagens: Google.

Música: Biafra - Sonho De Ícaro {Amodoro essa música :-) }



segunda-feira, 23 de novembro de 2009

"ARTIGO: A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS"


Um artigo interessante que recebí

de um amigo por e-mail.

Gostei muito... Registrei!

Vale a pena a leitura.





"A Mente Apaga Registros Duplicados"

(Por Airton Luiz Mendonça)




O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.

Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... Você começará a perder a noção do tempo.

Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:

Nosso cérebro é extremamente otimizado.

Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo.

Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.

Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.

Como acontece?

Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).

Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.

Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -... Enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... ROTINA

A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).

Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.

Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia). Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.

Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.

Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.

Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... Em outras palavras... V-I-V-A!

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado (a) com alguém disposto (a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... Do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.

Cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?


Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.

E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes
e em CorES difErEntEs!

CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE,

MOLHE, DOBRE, PICOTE,

INVENTE, REINVENTE...

V I V A!






Artigo: do jornal O Estado de São Paulo.

Imagens: Google.

Música: Rod Stewart - Sailing (playback)