sábado, 28 de fevereiro de 2009

"DANÇAR DE ROSTO COLADO"






"Dançar de Rosto Colado"

(De Rogério Mendelski p/ Newsletter nº 131 - 02/01/09)




Não quero estar enganado, pois consulto apenas minha memória para escrever sobre o tema do título. Mas foi num programa na Rádio Guaíba AM, em 1982, que o Paulo Deniz (já nos deixou) estava apresentando ? "Discorama", criação do saudoso Osmar Meletti ? onde o tema foi levantado: por que não se dança mais de rosto colado? No estúdio, José Fontella e eu.

Paulo Deniz rodava no programa "Música Suave", com Roberto Carlos e aí, logo após a interpretação do "Rei", lembramos dos tempos dos bailes da Reitoria. Que bailes! E por que a gente não faz um baile lá reitoria para relembrar os velhos tempos? A idéia cresceu tanto que o baile saiu meses depois. Sucesso total, salão lotado, convites disputados até por telefonemas influentes.

Tivemos apelos assim: "Não posso ficar fora deste baile. Meu casamento saiu dali, depois de uma 'marca'(uma dança era uma 'marca') com minha atual esposa". Mas o importante desse evento que foi sendo divulgado por nós mesmos, ocorreu quando Norberto Baldauff e Renato Maciel de Sá reorganizaram seus conjuntos melódicos para a animação do baile. Era glória. Um Baile da Reitoria estava saindo do túnel do tempo para se cristalizar numa noite inesquecível.

A TV Guaíba transmitiu o baile e quando Edgar Pozzer atacou de "Al Di Lá, bem, aí, foi um arraso geral. O salão ficou pequeno porque todos os casais presentes foram dançar, rigorosamente, de rosto colado.

Nesta quinta-feira, dia 1º, o assunto voltou na mesma Rádio Guaíba, no meu programa matinal, quando, outra vez, lembramos (Vladimir Oliveira e eu) da falta que faz dançar de rosto colado e que nem mesmo se tinha mais os bailes de reveillon que sempre terminavam com um grito de carnaval.

Rosto colado é coisa que os jovens de hoje não conhecem como preliminares de um ato de sedução. Nesses bailes de antigamente (que palavra dolorosa!), os jovens rastreavam o salão em busca da garota ideal para iniciar um romance. Caso ela fosse localizada na mesa com os pais, nossas pernas tremiam. Uma cuba libre talvez fosse o combustível para encorajar o ato de atravessar o salão e chegar na mesa com o convite, formalíssimo, "vamos dançar?"

O "sim" dela poderia significar que também queria dançar, pois os olhos já tinham se cruzado num momento do baile, mas poderia ser apenas o "sim" formal para não dar um "cano" no rapaz audacioso. Neste último caso, a regra que a jovem aprendeu em casa com a mãe casamenteira, era dançar no máximo três para não significar que havia outro interesse a não ser o da boa educação.

No entanto, se "pintasse um clima" ? ai, Jesus! ? as danças se prolongariam por todo o baile e, na hora exata, os rostos se colavam e a sedução começava com uma conversa de ouvido. O ato de seduzir transformava-se numa enciclopédia romântica que valia até mentiras ingênuas.

Corta para 2009. Não há mais rosto colado, não há mais bailes, os conjuntos melódicos são apenas boas lembranças e os clubes estão fechando seus salões que tinham a sua boate para os jovens. O beijo roubado, quando as luzes diminuíam de intensidade, era, talvez, o único da noite. Hoje, as garotas ficam apostando quem beija mais garotos numa noite e vulgarizou-se o ato mais sublime de um início de conquista.

O baile funk, mais que uma reunião dos jovens de hoje, é um convescote de traficantes em busca de novos babacas para o início de uma vida de vícios. Vale o mesmo para a festa reive e os incidentes estão aí na imprensa para que o colunista não passe por um "velho recalcado".

A sedução transformou-se em agressão sexual, para ambos os lados. Sem crack, sem pó, sem baseado, não há sequer uma aproximação de pessoas de sexo diferente. Rosto colado nem mesmo quando o DJ aposta em algo lento para descansar os dedos. Não se dança mais, os requebros e os pulos substituíram os passos cadenciados. O barulho do bate-estaca acabou com o diálogo. Sem diálogo não há sedução, mas pode haver estupro.

Fim de papo. Está bem, somos velhos quando falamos em "rosto colado". Mas ninguém pode roubar de nossa memória um tempo mágico onde o cavalheirismo de uma dança fazia-nos flutuar por salões com pessoas especiais. E quem não dançou uma vez na vida de rosto colado não sabe o que perdeu.





Artigo recebido de um amigo por e-mail - Gostei... registrei!

Imagens: Google imagens.

Música: Glenn Miller - Moonlight Serenade






quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

"Por que o tempo parece acelerar?"


"Por que o tempo parece acelerar?"


(Airton Luiz Mendonça)


O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... Você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sangüínea. Então... Quando tempo suficiente houver passado, você perderá completamente a noção das horas, dos dias... Ou anos. Estou exagerando para efeito didático, mas em essência é o que ocorreria.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr-do-sol.

Se alguém tirar estes sinais sensoriais da nossa vida, simplesmente perdemos a noção da passagem do tempo.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia. Para que não fiquemos loucos, o cérebro faz parecer que nós não vimos, não sentimos e não vivenciamos aqueles pensamentos automáticos, repetidos, iguais.

Por isso, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir, tudo parece muito complicado, o câmbio, os espelhos, os outros veículos... Nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular (proibido no Brasil), ao mesmo tempo. E você usa apenas uma pequena "área" da atenção para isso.

Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); o cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente.

Aqueles críticos segundos de troca de marcha e leitura de placa... São apagados de sua noção de passagem do tempo... Porque estou explicando isso?

Que relação tem isso com a aparente aceleração do tempo? Tudo.

A primeira vez que isso me ocorreu foi quando passei três meses nas florestas de New Hampshire, Estados Unidos, morando em uma cabana. Era tudo tão diferente: as pessoas, a paisagem, a língua, que eu tinha dores de cabeça sempre que viajava em uma estrada, porque meu cérebro ficava lendo todas as placas (eu lia mesmo, pois era tudo novidade, para mim). Foram somente três meses, mas ao final do segundo mês eu já me sentia como se estivesse há um ano longe do Brasil. Foi quando comecei a pesquisar a razão dessa diferença de percepção.

Bastou eu voltar ao Brasil e o tempo voltou a "acelerar". Pelo menos, assim parecia.

Veja: quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir -- as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... Enfim... As experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades) vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...
R-o-t-i-n-a.

Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.



O ANTÍDOTO PARA A ACELERAÇÃO DO TEMPO: "M & M"

Felizmente há um antídoto: Mude e Marque. Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos. Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas. Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia); use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe da formatura de sua turma, visite parentes distantes, vá a uma final de campeonato, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no natal, ou faça os enfeites com frutas da região e a participação das crianças, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor -- faça diferente.

Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... Em outras palavras... V-I-V-A. Porque, se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado (a) com alguém disposto (a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais vivo do que a maioria dos livros da vida que existem por ai. Se você não tiver mais a esposa, ou o marido, cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é? Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.




Texto: Recebido de um amigo por email.




Imagens: Google imagens.




Música: Legião Urbana - Tempo Perdido




sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

*David - Meu Pequeno "Grande" Amigo*



LUTO

*David Joseph*

02/06/2003 – 20/02/2009


Vamos sentir muitas saudades!


Saudades da sua alegria de viver, da sua
sensibilidade, bom humor, da sua força
ante as adversidades.

Aprendemos muito com você meu querido
e doce amigo.
O que nos conforta é saber que agora está
na presença do Senhor Jesus.

Até que nos reencontremos, que Ele nos guarde na palma da sua mão.


Vou te amar para sempre!

Tia Yara


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For Seumahus - De Vivian

(Apertem o play e logo em seguida pausa para carregar o vídeo - fica melhor para assistir)


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

"Interessante e Instrutivo" - "Falta de água no organismo"




"Falta de Água no Organismo"





Você sabia que...

…O mecanismo da sensação de sede é tão fraco, que com freqüência, 37% dos seres humanos a confundem com a fome?

Ainda mais, uma desidratação imperceptível retardará o metabolismo em aproximadamente 3%.

Um copo de água aliviará a fome à meia noite, em quase 100% dos casos, sob dieta redutora, segundo um estudo realizado na Universidade de Washington.

Você sabia que...

...Uma redução de somente 2% de água no corpo pode causar perda momentânea de memória, dificuldade em fazer contas matemáticas básicas e problemas de focar a visão sobre uma tela de computador ou sobre uma página impressa?

Beber um mínimo de 8 copos de água por dia diminui o risco de câncer de cólon em 45%, além de baixar o risco de câncer de mama em 79% e reduzir à metade a probabilidade de se desenvolver câncer na bexiga.

De acordo com os experts, isto não é opcional, é obrigatório, se quisermos que nosso cérebro funcione de uma maneira ótima. E, se estamos estressados, devemos aumentar a quantidade para 16 copos de água por dia. 90 % do volume de nosso cérebro é composto por água, que é o principal veículo das transmissões eletroquímicas.

Você não pode imaginar o que 8-10 copos de água por dia podem fazer para eliminar muitas indisposições.

As pessoas normalmente NÃO bebem tal quantidade para evitar ter que urinar seguidamente; um inconveniente menor em troca de uma melhoria em sua saúde.

A cor de sua urina deve ser de um amarelo muito fraco ou incolor, caso contrário você não está ingerindo suficiente água (isto não é válido se você esta tomando vitaminas do complexo B, que produzem uma cor amarela natural à urina).

Ao falar de beber água, não nos referimos à água contida no café, nos chás ou nos refrigerantes. A água engarrafada ou de fontes naturais é a melhor.

Estudos preliminares indicam que em 80% das pessoas, beber de 8 a 10 copos de água por dia, pode aliviar significativamente muitas indisposições.

Cura 1: Elimina os anti-ácidos e cura a acidez estomacal.

A acidez estomacal ou azia pode ser um sinal de falta de água na parte superior do trato gastrointestinal. Este é um sinal importante de sede, que o corpo humano emite. A ingestão de anti-ácidos ou comprimidos contra a acidez estomacal não corrige a desidratação e o corpo continua sofrendo por falta de água no organismo.

Tragédia: Ao não reconhecer que a acidez estomacal é um sinal de desidratação e ao tratá-la por meio de antiácidos, com o tempo, poderá ocorrer inflamações estomacais no duodeno, hérnias hiatais, úlceras e eventualmente câncer no trato gastrointestinal ou no pâncreas e fígado.

Cura 2: A água pode prevenir e curar a artrites.

Dor reumática das articulações – A ocorrência de artrites pode ser um sinal de falta de água nas articulações. Pode afetar tanto aos jovens como aos adultos. O uso de analgésicos não resolve o problema e a enfermidade prosseguirá. Tomar água pode aliviar a dor ou resolver este problema.

Cura 3: Dores lombares.

A dor nas costas e a artrites paralisantes da espinha dorsal podem ser sinais de falta de água nos discos da espinha dorsal – os amortecedores que suportam o peso do corpo. Estas moléstias devem ser tratadas com o aumento de água a ser ingerida diariamente.

Tragédia: Ao não reconhecer que a dor nas costas é um sintoma de desidratação das articulações e ao tratá-la com analgésicos, massagens, acupuntura e eventualmente cirurgia, com o passar do tempo, isto provocará osteoporose e quando as células das cartilagens das articulações vierem a eventualmente morrer e causarem uma deformação na espinha dorsal poderá até haver incapacidade física dos membros inferiores.

Cura 4: Angina.

Dor no peito - angina de peito – pode ser um sinal de falta de água no organismo entre o eixo do coração e dos pulmões.

Este sintoma deve ser tratado bebendo-se maior quantidade de água, até que o paciente já não tenha dor e sem tomar medicamentos. É prudente se providenciar supervisão médica, no entanto, ao aumentar-se a quantidade de água ingerida, pode-se curar a angina de peito.

Cura 5: Enxaqueca.

A enxaqueca pode ser um sintoma de falta de água requerida no cérebro e olhos e pode ser evitada ao se impedir a desidratação do corpo. Este tipo particular de desidratação eventualmente ocasiona uma inflamação na parte posterior dos olhos e possivelmente uma diminuição ou perda de visão.

Cura 6: Colite.

A colite é um sinal de falta de água no intestino grosso. Associa-se com a prisão de ventre ou constipação, devido à constrição do excesso de água que também se exerce sobre os excrementos, que por sua vez perdem a lubrificação fornecida pela água.

Tragédia: Ao não se reconhecer a dor da colite como um sinal de falta de água, provocar-se-á uma condição de constipação persistente que resultará na compactação das fezes, que por sua vez poderão causar
divertículos, pólipos e hemorróidas, e aumentar a possibilidade de se contrair câncer do cólon e do reto.

Cura 7: Asma.

A asma afeta milhões de crianças e mata milhares delas a cada ano. É uma complicação da desidratação do corpo, causada por falha no programa de admistração da hidratação no organismo. Obstrui-se a passagem livre de ar e impede-se a eliminação de água do corpo em forma de vapor – o bafo.
O aumento do consumo de água evita os ataques de asma.

Tragédia: Ao não se reconhecer a asma como um indicador de falta de água quando as crianças estão na fase de desenvolvimento, não somente muitos deles morrem como também se provocará danos irreversíveis nas crianças asmáticas sobreviventes.

Cura 8: Pressão Alta.

A hipertensão é um estado de adaptação do corpo a uma desidratação geral quando as células dos vasos sanguíneos não obtêm a quantidade de água suficiente. Como parte do mecanismo de osmose inversa, quando a água do soro é filtrada e injetada nas células importantes através de poros diminutos existentes em suas membranas, é requerida uma pressão extra para o “processo de injeção”, tal como acontece quando se injeta o “soro” nos hospitais para re-hidratar milhões de células. Beber água compensará a pressão e fará a mesma voltar à normalidade.

Tragédia: Ao não reconhecer que a hipertensão arterial é um dos indicadores da desidratação corporal e tratar por meio de diuréticos que desidratarão o corpo ainda mais, trará como conseqüência posterior, um bloqueio das artérias do coração e das artérias que vão até o cérebro pela ação do colesterol. Esta condição provocará ataques do coração, pequenos infartos massivos cerebrais que poderão paralisar alguma parte do corpo. Também pode causar falhas no funcionamento dos rins e danos neurológicos como a doença de Alzheimer.

Cura 9: Diabetes Tipo II ou de Adultos.

A diabete dos adultos é outra causa provável devida à desidratação do corpo. Ao se manter uma quantidade adequada de água na circulação, incluindo-se as necessidades prioritárias do cérebro, a secreção de insulina se inibe para impedir a entrada de água nas células do corpo. Nos diabéticos somente algumas células obtém suficiente água para sobreviver. Beber água reverte a diabete adulta para as etapas iniciais.

Tragédia: Ao não reconhecer que a diabete adulta é uma complicação causada por desidratação, com o tempo, poderá haver danos massivos nas células sanguíneas de todo o corpo. Isto pode provocar mais tarde a perda dos dedos dos pés, das pernas por gangrena e causar a cegueira.

Cura 10: Colesterol no sangue.

Os altos níveis de colesterol são indicadores de uma desidratação corporal prematura. O colesterol é um material argiloso que se adere entre os espaços de algumas membranas celulares, para impedir que estas percam sua umidade vital pela pressão osmótica mais forte do sangue que circula nas áreas vizinhas.

O colesterol, além de ser utilizado na fabricação das membranas das células nervosas e de hormônios, também atua como um “escudo” contra a demanda de água de outras células vitais que normalmente trocam água através de suas membranas celulares.

Outras curas:

A depressão, a perda de libido, a fadiga crônica, o lupus, a esclerose múltipla, a distrofia muscular. Todas estas condições podem ser causadas por desidratação prolongada. Se esta for a causa provável, os sintomas se aliviarão, uma vez que o corpo tenha sido hidratado regularmente. Nestas condições, o exercício muscular deve ser parte do programa de tratamento.

Agora a pergunta é:

Você está tomando a devida quantidade de água diariamente?



Divulguem esta mensagem... Com certeza ajudará muita gente a
melhorar sua saúde.




Texto: Recebido de um amigo por e-mail.

Imagens: Google.

Música: Guilherme Arantes - Planeta Água.



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

"Um Texto e Uma Música"



Um texto especial que peguei
no blog da minha amiga Rita.
Gostei muito e faço questão de
registrá-lo aqui no meu cantinho
virtual, acompanhado de uma
música que eu amo.





"Escutatória"

(Rubens Alves)



Sempre vejo anunciados cursos de oratória.

Nunca vi anunciado curso de escutatória.

Todo mundo quer aprender a falar.

Ninguém quer aprender a ouvir.
Pensei em oferecer um curso de escutatória.
Mas acho que ninguém vai se matricular.
Escutar é complicado e sutil. Diz "não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma".

Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça sobre como são as coisas. Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia.
"Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito; é preciso também que haja silêncio dentro da alma".

Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer.

Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.

Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos...

Um dia escutei uma história:
Uma experiência com os índios...

Reunidos os participantes, ninguém fala.
Há um longo, longo silêncio.
Aí, de repente, alguém fala.
Curto.
Todos ouvem.
Terminada a fala, novo silêncio.
Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que ele julgava essenciais.
São-me estranhos.
É preciso tempo para entender o que o outro falou.
Se eu falar logo a seguir, são duas as possibilidades:

Primeira: "Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado".

Segunda: "Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim.
Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou".

Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo.
O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer:
"Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou".
E assim vai a reunião.

Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio de dentro.
Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia antes. Eu comecei a ouvir.

Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras.

A música acontece no silêncio.
A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada.

Somos todos olhos e ouvidos.
Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia, que de tão linda nos faz chorar.

Para mim, Deus é isto:

A beleza que se ouve no silêncio.

Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também.

Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.






BJKS, YA



Música: Goo Goo Dolls - Iris

Imagens: Google.



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

"Receitinhas Diversas"


"Receitinhas para o fim de semana"






"Maminha com Mandioquinha

e Molho de Hortelã"





Ingredientes:

1,8 kg de maminha
6 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 cebola média ralada
2 dentes de alho amassados
500 ml de suco de laranja
4 mandioquinhas médias cortadas em pedaços grandes
½ xícara (chá) de hortelã picada
1 pote de iogurte natural
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, aqueça 4 colheres (sopa) de azeite, junte a cebola e o alho e frite por 5 minutos, ou até dourar. Acrescente a carne e frite por mais 20 minutos, ou até dourar. Junte o suco de laranja, a mandioquinha, acerte o sal e reduza o fogo. Deixe cozinhar por 15 minutos, ou até a mandioquinha ficar macia. Retire do fogo e reserve.
Coloque no liquidificador a hortelã, o iogurte, o azeite restante, o sal e a pimenta-do-reino e bata até obter um creme homogêneo. Transfira para uma panela e aqueça por 4 minutos, ou até ficar bem quente. Transfira a carne para um refratário, fatie e despeje o molho por cima. Sirva a seguir.






"Peito de Peru Recheado

com Rúcula e Tomate"






Ingredientes:

1 peito de peru grande inteiro
4 colheres (sopa) de shoyu
2 colheres (sopa) de mostarda
1 maço de rúcula limpo
4 tomates médios sem pele e sem sementes cortados em gomos
4 colheres (sopa) de óleo
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:

Limpe o peito de peru, abra-o como um bife e coloque em uma assadeira com 23 x 33 cm. Em uma tigela, misture o shoyu, a mostarda e o sal e espalhe nos dois lados do peito de peru. Deixe marinar por 30 minutos.
Junte a rúcula e os tomates em uma tigela e tempere-os com o óleo, o sal e a pimenta-do-reino. Em seguida, coloque as folhas de rúcula e os tomates temperados por cima do peito de peru, enrole e amarre com um barbante.
Leve ao forno médio, pré-aquecido, por 1 hora, ou até a carne ficar assada. Retire do forno, coloque em um refratário e sirva com arroz branco ou arroz com espinafre.





"Bolinhos de Arroz com

Cenoura e Abobrinha"



Ingredientes:

2 xícaras (chá) de arroz aromático cozido
1 cenoura grande ralada
1 abobrinha-italiana grande ralada
3 ovos
½ xícara (chá) de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1 colher (sopa) de salsinha picada
1 colher (chá) de fermento em pó
óleo de milho para fritura
sal a gosto

Modo de preparo:

Coloque em uma tigela o arroz, a cenoura, a abobrinha, os ovos, a farinha de trigo, o queijo parmesão ralado, o sal, a salsinha e o fermento. Mexa bem até obter uma massa homogênea.
Aos poucos, vá adicionando colheradas de massa em uma panela com óleo bem quente. Retire os bolinhos assim que dourarem e coloque-os sobre papel toalha, para retirar o excesso de gordura. Se preferir, salpique salsinha desidratada.





"Arroz com Espinafre"




Ingredientes:

2 xícaras (chá) de arroz
4 colheres (sopa) de óleo
2 cebolas médias picadas
2 dentes de alho amassados
1 maço de espinafre limpo
2 colheres (sopa) de manteiga
sal a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, aqueça 2 colheres (sopa) de óleo e frite a cebola e o alho por 5 minutos, ou até dourar. Misture o espinafre e o sal e refogue por mais 2 minutos. Reserve.
Em outra panela, coloque o óleo restante, junte o arroz e refogue por 3 minutos. Acrescente 4 xícaras (chá) de água fervente, o sal, reduza o fogo e cozinhe com a panela parcialmente tampada por 20 minutos, ou até o arroz ficar quase cozido. Junte o refogado de espinafre, misture bem, tampe a panela e cozinhe por mais 3 minutos, ou até a água secar. Unte uma forma de anel com a manteiga e coloque o arroz para dar o formato de um pudim. A seguir, desenforme em um prato grande. Se preferir, decore com folhas de espinafre.




"Bolo Mouse de Maracujá"





Ingredientes:

½ xícara (chá) de óleo de milho
6 ovos
½ xícara (chá) de açúcar mascavo
2 xícaras (chá) de coco ralado
1 colher (sopa) de fermento em pó
½ colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 colher (chá) de noz-moscada
4 potes de mouse cream de maracujá

Modo de preparo:

Coloque em uma tigela o óleo (reserve 1 colher de sopa), as gemas e o açúcar. Bata por 4 minutos com o auxílio de uma colher. Junte o coco ralado, o fermento, o bicarbonato e a noz-moscada. Bata por mais 2 minutos. Por último, incorpore as claras batidas em neve e misture com cuidado.
Com o óleo reservado, unte 10 forminhas redondas (com 9 cm de diâmetro) e enfarinhe. Se preferir, arrume a massa em uma única forma redonda. Despeje a massa delicadamente e leve para assar em forno médio, pré-aquecido, por 35 minutos, ou até que enfiando um palito, ele saia limpo. Deixe esfriar e desenforme. Espalhe a mouse gelada por cima e chantilly dos lados.




"Bolo de milho cremoso

(como pudim)"




Ingredientes:

2 latas de milho verde escorrida
6 ovos
2 colheres de sopa de manteiga
2 latas de leite condensado
3 colheres de sopa de coco em flocos
01 colher de sopa de fermento em pó

Modo de Preparo:

Junte o milho, os ovos, a manteiga, o leite condensado e o fermento no liquidificador e bata até misturar bem.
Por fim, misture o coco e apenas mexa e em seguida coloque numa forma untada e leve ao forno.









Imagens: Google

Música: Nicole Kea - Breakfast In Bed



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

"A viagem da sua vida - George Carlin"



Absolutamente brilhante!

Aprecie a viagem...
não há bilhete de volta!

(Pontos de vista de George Carlin sobre envelhecer)

Uma excelente quinta-feira
para todos nós!
Bjks





"A Viagem Da Sua Vida"





Você sabia que a única época da nossa vida em que gostamos de ficar velhos é quando somos crianças? Se você tem menos de 10 anos, você está tão excitado sobre envelhecer que pensa em frações.

Quantos anos você tem? Tenho quatro e meio! Você nunca terá trinta e seis e meio. Você tem quatro e meio, indo para cinco! Este é o lance!

Quando você chega à adolescência, ninguém mais o segura. Você pula para um número próximo, ou mesmo alguns à frente. 'Qual é sua idade?'

'Eu vou fazer 16!' Você pode ter 13, mas (tá ligado?) vai fazer 16!

E aí chega o maior dia da sua vida! Você completa 21! Até as palavras soam como uma cerimônia: VOCÊ ESTÁ FAZENDO 21. Uhuuuuuuu!

Mas então você 'se torna' 30. Ooooh... que aconteceu agora? Isso faz você soar como leite estragado! Ele 'se tornou azedo'; tivemos que jogá-lo fora. Não tem mais graça agora, você é apenas um bolo azedo. O que está errado? O que mudou?

Você COMPLETA 21; você 'SE TORNA' 30; aí você está 'EMPURRANDO' 40. Putz! Pise no freio, tudo está derrapando! Antes que se dê conta, você CHEGA aos 50 e seus sonhos se foram.

Mas, espere! Você ALCANÇA os 60. Você nem achava que poderia!

Assim, você COMPLETA 21; você 'SE TORNA' 30, 'EMPURRA' os 40, CHEGA aos 50 e ALCANÇA os 60.

Você pegou tanto embalo que BATE nos 70! Depois disso, a coisa é na base do dia-a-dia; 'Estarei BATENDO aí na 4ª feira!'

Você entra nos seus 80 e cada dia é um ciclo completo; você bate no lanche, a tarde se torna 4:30; você alcança o horário de ir para a cama. E não ter mi na aqui. Entrado nos 90, você começa a dar marcha à ré; 'Eu TINHA exatos 92.'

Aí acontece uma coisa estranha. Se você passa dos 100, você se torna criança pequena outra vez. 'Eu tenho 100 e meio!'

Que todos Vocês cheguem a um saudável 100 e meio!


COMO PERMANECER JOVEM:


Livre-se de todos os números não-essenciais. Isto inclui idade, peso e altura. Deixe os médicos se preocuparem com eles. É para isso que você os paga.

Mantenha apenas os amigos alegres. Os ranzinzas só deprimem.

Continue aprendendo. Aprenda mais sobre o computador, ofícios, jardinagem, seja o que for, até radio-amadorismo. Nunca deixe o cérebro inativo. 'Uma mente inativa é a oficina do diabo'. E o nome de família do diabo é ALZHEIMER.

Aprecie as coisas simples.

Ria sempre, alto e bom som! Ria até perder o fôlego.

Lágrimas fazem parte. Suporte... queixe-se e vá adiante. As únicas pessoas que estão conosco a vida inteira somos nós mesmos. Mostre estar VIVO enquanto estiver vivo.

Cerque-se daquilo que ama, seja família, animais de estimação, coleções, música, plantas, hobbies, seja o que for. Seu lar é seu refúgio.

Cuide da sua saúde: se estiver boa, preserve-a. Se estiver instável, melhore-a. Se estiver além do que você possa fazer, peça ajuda.

Não 'viaje' às suas culpas. Faça uma viagem ao shopping, até o município mais próximo ou a um país no exterior, mas NÃO para onde você tiver enterrado as suas culpas.

Diga às pessoas a quem você ama que você as ama, a cada oportunidade.

E, LEMBRE-SE SEMPRE:

A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração.


Se você não mandar isso para pelo menos 8 pessoas - quem se importa? Mas compartilhe isto com alguém. Todos nós temos que viver a vida ao máximo a cada dia!

A jornada da vida não é para se chegar ao túmulo em segurança em um corpo bem preservado, mas sim para se escorregar para dentro meio de lado, totalmente gasto, berrando:

"PÔXA, QUE VIAGEM!”

VIVA SIMPLESMENTE, AME GENEROSAMENTE, IMPORTE-SE PROFUNDAMENTE, FALE GENTILMENTE E DEIXE O RESTO PARA DEUS.

Sejam sempre felizes!


(Texto atribuído a George Carlin, comediante norte-americano falecido aos 71 anos em 23/06/2008, conhecido pelo seu humor irreverente, em seus programas fazia o público pensar, além de rir)



Texto: Recebido de uma amiga por email.

Imagens: Google.

Música: Enya - Sail Away