quarta-feira, 30 de abril de 2008

30 de Abril - Dia Nacional da Mulher


Recebi da amiga Teresa, confesso que não me lembrava desta data.
Mas ainda em tempo de me redimir e registrar-la aqui no meu cantinho.
Um abraço carinhoso a todas vocês meninas!



Dia Nacional da Mulher
Por: Catarina Cecin Gazele

As mulheres têm conquistado, embora em tempo lento, direitos e deveres sociais que precisam ser preservados. O movimento de mulheres em seu próprio prol é antigo. Inicialmente foi silencioso e sutil. As formas de abordagem da condição feminina têm variado no tempo e no espaço. Deve-se ressaltar ainda que muitas vezes a história das mulheres fosse marcada por tragédias. No final do século XVIII, Olimpe de Gouges, em França, foi guilhotinada. Outras mulheres que como ela lutaram por uma nova França, pela Revolução francesa, foram assassinadas porque reclamaram a não inclusão dos direitos da mulher no Código Civil que adveio logo após aquele movimento político. No século XIX, em 8 de março de 1857, cerca de 129 mulheres morreram queimadas dentro de uma fábrica em Nova Iorque porque reivindicavam condições dignas de trabalho. São fatos marcantes para a história das mulheres no ocidente. A indignação das mulheres as fortaleceu a continuar em busca do reconhecimento de sua igualdade com os homens e mais tarde, da importância das diferenças entre os sexos sob uma ótica democrática.

Na segunda metade do século XX, no Brasil, o movimento de mulheres juristas evoluiu no sentido da busca da identidade e capacidade para gerir os atos da vida civil. As advogadas Romy Medeiros da Fonseca e Orminda Bastos apresentaram em julho de 1952, à VIII Assembléia da Comissão Interamericana de Mulheres da OEA - Organização dos Estados Americanos, o anteprojeto por elas elaborado, que modificaria a condição jurídica da mulher no Brasil, embora somente dez anos depois, em 1962. Em 1957, Romy Medeiros da Fonseca, assomou a Tribuna do Senado da República para defender o projeto de lei 29/52. Então, em 1962, o Poder Legislativo tombou sob o número 4.121, a lei que ficou conhecida como o Estatuto da Mulher Casada. Essa lei alterou vários artigos do Código Civil brasileiro, datado de 1916. Esse novo documento concedeu às mulheres o direito de trabalhar fora do lar sem a autorização do marido ou paterna e, em caso de separação do casal, o direito à guarda do filho. A luta continuou para que outras leis surgissem a amparar as mulheres, não, por favor, mas por direito.

Já agora, século XXI, Código Civil brasileiro renovado, a condição jurídica da mulher está menos discriminatória. Mas há ainda muito que avançar para a garantia da democracia paritária. No início do século XX, uma brasileira que esteve a estudar na Europa, Jerônima Mesquita, ao retornar ao Brasil, trouxe consigo a coragem de enfrentar as situações contrárias às mulheres. Uniu-se a um grupo de senhoras combativas e tornou-se feminista, assistencialista e sufragista. Lutou por inúmeras causas. Era mineira de Leopoldina, nascida em 30 de abril de 1880. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, onde morava, em 1972. Em homenagem à sua data natalícia, um grupo de feministas trabalhou para que se tornasse o Dia Nacional da Mulher. Isso ocorreu pela lei nº 6.791/80, sancionada pelo Presidente João Figueiredo. A comemoração do Dia Internacional da Mulher tem sido importante para a divulgação das questões de gênero e sensibilização de políticos para a situação da mulher no Brasil. No momento, a preocupação maior é quanto à violência contra a mulher, inclusive a doméstica. O Dia Nacional da Mulher, 30 de abril, é mais uma ocasião para continuar a investigação sobre a condição feminina no Brasil e a busca incessante de soluções.
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Éramos todos negros

Recebi este texto da amiga Teresa.
Achei muito interessante e divido com vocês.
Independente de estudos, pesquisas genéticas e etc.,
o importante é que somos todos iguais perante a Deus.
Abraços a todos,
Yara


ATÉ ONTEM, éramos todos negros.

Você dirá: se gorilas e chimpanzés, nossos parentes mais chegados, também o são, e se os primeiros hominídeos nasceram justamente na África negra há 5 milhões de anos, qual a novidade?

A novidade é que não me refiro a antepassados remotos, do tempo das cavernas (em que medíamos um metro de altura), mas a populações européias e asiáticas com aparência física indistinguível da atual.

Trinta anos atrás, quando as técnicas de manipulação do DNA ainda não estavam disponíveis, Luca Cavalli-Sforza, um dos grandes geneticistas do século 20, conduziu um estudo clássico com centenas de grupos étnicos espalhados pelo mundo.

Com base nas evidências genéticas encontradas e nos arquivos paleontológicos, Cavalli-Sforza concluiu que nossos avós decidiram emigrar da África para a Europa há meros 100 mil anos. Como os deslocamentos eram feitos com grande sacrifício, só conseguiram atingir as terras geladas localizadas no norte europeu cerca de 40 mil anos atrás.

A adaptação a um continente com invernos rigorosos teve seu preço. Como o faz desde os primórdios da vida na Terra sempre que as condições ambientais mudam, a foice impiedosa da seleção natural ceifou os mais frágeis. Quem eram eles?

Filhos e netos de negros africanos, nômades, caçadores, pescadores e pastores que se alimentavam predominantemente de carne animal. Dessas fontes naturais absorviam a vitamina D, elemento essencial para construir ossos fortes, sistema imunológico eficiente e prevenir enfermidades que vão do raquitismo à osteoporose; do câncer, às infecções, ao diabetes e às complicações cardiovasculares.

Há 6.000 anos, quando a agricultura se disseminou pela Europa e fixou as famílias à terra, a dieta se tornou sobretudo vegetariana.De um lado, essa mudança radical tornou-as menos dependentes da imprevisibilidade da caça e da pesca; de outro, ficou mais problemático o acesso às fontes de vitamina D.

Para suprir as necessidades de cálcio do esqueleto e garantir a integridade das demais funções da vitamina D, a seleção natural conferiu vantagem evolutiva aos que desenvolveram um mecanismo alternativo para obter esse micro nutriente: a síntese na pele mediada pela absorção das radiações ultravioletas da luz do sol.

A dificuldade da pele negra de absorver raios ultravioletas e a necessidade de cobrir o corpo para enfrentar o frio deram origem às forças seletivas que privilegiaram a sobrevivência das crianças com menor concentração de melanina na pele.

As previsões de Cavalli-Sforza foram confirmadas por estudos científicos recentes. Na Universidade Stanford, Noah Rosemberg e Jonathan Pritchard realizaram exames de DNA em 52 grupos de habitantes da Ásia, África, Europa e Américas.

Conseguiram dividi-los em cinco grupos étnicos cujos ancestrais estiveram isolados por desertos extensos, oceanos ou montanhas intransponíveis: os africanos da região abaixo do Saara, os asiáticos do leste, os europeus e asiáticos que vivem a oeste do Himalaia, os habitantes de Nova Guiné e Melanésia e os indígenas das Américas.

Quando os autores tentaram atribuir identidade genética aos habitantes do sul da Índia, entretanto, verificaram que suas características eram comuns a europeus e a asiáticos, achado compatível com a influência desses povos na região.

Concluíram, então, que só é possível identificar indivíduos com grandes semelhanças genéticas quando descendem de populações isoladas por barreiras geográficas que impediram a miscigenação.

No ano passado, foi identificado um gene, SLC24A5, provavelmente responsável pelo aparecimento da pele branca européia. Num estudo publicado na revista "Science", o grupo de Keith Cheng seqüenciou esse gene em europeus, asiáticos, africanos e indígenas do continente americano.

Tomando por base o número e a periodicidade das mutações ocorridas, os cálculos iniciais sugeriram que as variantes responsáveis pelo clareamento da pele estabeleceram-se nas populações européias há apenas 18 mil anos.

No entanto, como as margens de erro nessas estimativas são apreciáveis, os pesquisadores tomaram a iniciativa de seqüenciar outros genes, localizados em áreas vizinhas do genoma. Esse refinamento técnico permitiu concluir que a pele branca surgiu na Europa, num período que vai de 6.000 a 12 mil anos atrás.

A você, leitor, que se orgulha da cor da própria pele (seja ela qual for), tenho apenas um conselho: não seja ridículo.

(Dr. Dráuzio Varella)

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terça-feira, 29 de abril de 2008

MODA - A TENDÊNCIA MUNDIAL PARA O INVERNO DE 2008



***********(Este artigo vai direto para as “meninas”)***********



Glamour total! A moda feminina do próximo inverno terá um look ultra-sofisticado. As mulheres vão ganhar ares das grandes atrizes de Hollywood dos anos 40. A elegância e a sensualidade predominam nesse universo cinematográfico da próxima estação, onde o "luxo luxuosíssimo" e o estilo alta-costura são as vedetes. Vestidos longos em tecidos nobres, drapeados no corpo, luvas compridas à lá Rita Rayworth no filme Gilda, e brilho, muito brilho, com paetês e strass, fazem pensar que a cerimônia de prêmios do Oscar não será limitada a apenas um dia do ano.

Nesse visual onde o chique extremo ganha destaque, o cristal irá reinar soberano nos acessórios, que se inspiraram nas peças de alta-joalheria. Afinal, para acompanhar tanta sofisticação no mundo da moda, as bijuterias vão se transformar em jóias: os colares ganham várias fileiras de cristais cravejados como diamantes e os pingentes e anéis passam a ter cristais enormes imitando pedras naturais. Essa tendência "elegância hollywoodiana" teve grande destaque no último salão internacional de bijuterias Éclat de Mode Bijorhca, em Paris, que revelou em setembro passado as novidades para o outono-inverno 2.008.

Em um dos espaços do "Fashion Trends", onde foram apresentados os novos estilos das bijuterias da próxima temporada, um gigantesco lustre de cristal em forma de globo, que decorava o local, permitiu dar uma boa idéia em relação ao visual da estação: o brilho não terá mais limites e poderá ser usado sem moderação. Os colares e acessórios em geral, como broches, cintos e bolsas, passam a ter várias fileiras multisstrass, que compõem um efeito visual como o do paetê.

Nesse universo luxuoso, o verde esmeralda, bandeira e pistache, além do rosa, do tom mais claro, passando pelo groselha até o lilás claro e roxo, ganham evidência total nas cores dos cristais. O verde com efeito metalizado (já que tudo precisa brilhar) passa a ser até mesmo a cor das pérolas, que continuam em destaque no próximo inverno: as pulseiras e colares têm várias voltas de pérolas com efeito visual luminoso.

Os anéis e brincos conquistam um design de alta-joalheria, com pedras muito grandes e cristais cravejados em volta. Flores, borboletas e laçarotes decoram as bijuterias, dando também um visual mais feminino ao estilo "mulher hollywoodiana". As pedrarias têm formas variadas, que são muitas vezes misturadas na mesma peça, e podem ser redondas, retangulares, alongadas e em formato de gota ou navette. O efeito alabaster, que dá luminosidade à pedra leitosa, continua em voga no próximo inverno. Os cristais com cores vivas imitam pedras preciosas para conferir elegância às bijuterias.

Os acessórios são bem mais volumosos: além de várias fileiras de pedrarias, há modelos de colares com pedras enormes, dispostas lado a lado e ainda cravejadas com inúmeros cristais, como os da grife francesa Poggi, que criou bijuterias com vários conjuntos de filigranas redondos ou quadrados totalmente repletos de strass e também peças com inúmeras voltas de pérolas brancas ou negras em volta do pescoço. O "sautoir", colar muito longo, que pode chegar até a cintura, também impressionará no próximo inverno pela quantidade de pedrarias.

As marcas mostraram também durante o salão em Paris que estão cada vez mais criativas em relação à utilização dos cristais. A grife francesa Satellite, referência internacional no setor, que irá abrir uma butique em São Paulo no primeiro semestre de 2.008, desenvolveu desenhos, que são gravados a laser sobre as pedras e depois pintados. O resultado final é o de uma imagem delicadamente esculpida. A Satellite se inspirou no mundo das fadas e duendes da obra Sonhos de uma Noite de Verão, de William Shakespeare, para lançar uma linha romântica, com filigranas e arabescos de flores decorados inteiramente com cristais.

Philippe Ferrandis, proprietário de outra grife de renome, que realiza suas peças como um ourives, diz ter se inspirado na "magia, na poesia e no mistério" para criar suas coleções, que têm nomes como "glamour" e "jardim misterioso”.

Além do visual ultra-sofisticado, decorrente da utilização de muitos cristais e pedras enormes, apontado pelos principais fabricantes como uma das grandes das tendências do próximo inverno, o Fashion Trends do salão parisiense também apontou um outro estilo que alia a elegância ao clássico. O tradicional tecido quadriculado escocês, que estará em evidência no prêt-à-porter, também inspirou as marcas de bijuterias, que abusam dos cristais pretos e vermelhos nos acessórios, muitas vezes na mesma bijuteria. Essas duas cores serão fortes na estação, além de outra grande vedete, o cinza, e ainda o amarelo.

Mas, para os organizadores do Éclat de Mode, a escocesa do próximo inverno será "excêntrica" e brincará com os códigos clássicos da moda, adaptando-os a algo mais moderno. Essa mudança ocorre com a utilização de muito brilho e também grandes pérolas, e ainda outros materiais nos acessórios, como plumas, rendas, peles de animais, couro e correntes de metal, que decoram as bijuterias com pedrarias. Os colares podem ter camafeus, caveiras e até aranhas de strass percorrendo teias de crochê. Os sautoirs têm várias fileiras de cristais vermelhos e pretos é pérolas brancas com efeito luminoso.

As bijuterias do próximo inverno também terão cristais muito coloridos, com cores fortes como o laranja, mostarda, turquesa, azul cobalto e violeta, que estarão muito na moda, além dos tons fluorescentes de rosa, amarelo e verde. O estilo étnico continua em voga, com grandes colares que parecem verdadeiras esculturas. Os acessórios são repletos de pedrarias misturadas a inúmeros materiais, como madrepérola, madeira, peças esmaltadas e pompons de tecidos e patchworks.

A moda ultimamente tem sido feita de contrastes. Mas quem percorreu o espaço de tendências do último salão não pode deixar de constatar que as pedrarias e o estilo ultra-chique estarão presentes em todos os visuais do próximo inverno. Até mesmo no look "guerreira urbana", no qual o metal predomina, cristais imitando brilhantes e grandes pedras, normalmente pretas, decoram as bijuterias. Fileiras de "pérolas" em metal também formam colares, concedendo um certo romantismo e leveza a esses acessórios.

O último salão Éclat de Mode Bijorhca reuniu 507 expositores, a metade deles estrangeiros de 35 países, entre eles o Brasil. O pavilhão brasileiro já se tornou "fiel" ao evento, como ressaltam os próprios organizadores. Agora é só esperar o próximo inverno para desfilar com bijuterias que não ficam devendo nada às jóias que as atrizes de cinema usam na entrega do Oscar.


TEXTO DE Daniela Fernandes da Costa, de Paris.Fonte: MKT Mariana Laskani




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segunda-feira, 28 de abril de 2008

Sobre o tempo...



Sobre o tempo...


O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.

Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... Você começará a perder a noção do tempo.

Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:

Nosso cérebro é extremamente otimizado.

Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo.

Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.

Como acontece?

Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); o cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).

Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... São apagados de sua noção de passagem do tempo...

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.

Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repeti-las, mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações.

Enfim... As experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... ROTINA

Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).

Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.

Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).

Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.

Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.

Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.

Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos...

Em outras palavras... V-I-V-A!

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.

E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.

Cerque-se de amigos.

Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?

Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.

E S CR E VA em tAmaNhos diFeRenTes e em CorESd i f E rEn tEs !
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVETE...

V I V A!!!!!!!!


Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal “Estado de São Paulo")

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domingo, 27 de abril de 2008

" Família do Coração"




(Dedico esta postagem para vocês minha querida família do coração, com carinho. Amo vocês! De montão! Beijinhos doces e saudosos, Tia Yara)


AFINIDADE

Não é o mais brilhante, mas é o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. Não importa o tempo, a ausência, os adiantamentos, à distância, as impossibilidades.

Quando há AFINIDADE, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto de onde foi interrompido.

AFINIDADE é não haver tempo mediante a vida. É a vitória do adivinhado sobre o real, do subjetivo sobre o objetivo, do permanente sobre o passageiro, do básico sobre o superficial.

Ter AFINIDADE é muito raro, mas quando ela existe, não precisa de códigos verbais para se manifestar. Ela existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixam de estar juntas.

AFINIDADE é ficar longe, pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem, sensibilizam.

AFINIDADE é receber o que vem de dentro com uma aceitação anterior ao entendimento.

AFINIDADE é sentir com… Nem sentir contra, sem sentir para… Sentir com e não ter necessidade de explicação do que está sentindo. É olhar e perceber.

AFINIDADE é um sentimento singular, discreto e independente. Pode existir a quilômetros de distância, mas é adivinhado na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar...

AFINIDADE é retomar a relação no tempo em que parou. Porque ele (tempo) e ela (separação) nunca existiram. Foi apenas a oportunidade dada (tirada) pelo tempo para que a maturação pudesse ocorrer e que cada pessoa pudesse ser cada vez mais.

(Artur da Távola)

sábado, 26 de abril de 2008

Receita - Brawnie da Vovó



Brawnie da Vó Petúnia

INGREDIENTES:

250g de manteiga
500g de chocolate em barra meio amargo
400g de açúcar
½ colher de chá de baunilha
1 colher de sopa de Amareto
1 pitada de sal
4 ovos inteiros
400g de farinha de trigo
200g de uva passa
200g de nozes picadas


MODO DE PREPARAR:

Derreter o chocolate e a manteiga em banho-maria.
À parte, misturar o açúcar com a baunilha, o amareto e o sal.
Juntar os ovos inteiros e a farinha de trigo (sem bater).
Juntar a essa mistura o chocolate e a manteiga derretidos.
Acrescentar as nozes e as uvas passas.

Assadeira untada e polvilhada, forno médio por + ou – 25 minutos.

Rendimento: 1 forma média.

Obs.: Respeite o tempo de forno; se passar, quando esfriar ele fica duro.


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sexta-feira, 25 de abril de 2008

Toques de Elegância

(Sou fã deste texto e da autora também)


Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez, por isso, esteja cada vez mais rara e fora de moda: é a elegância do comportamento...
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples “obrigado” diante de uma gentileza...
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma, nem fotógrafos por perto...
É uma elegância desobrigada...

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas pessoas que escutam mais do que falam...
E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca...
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir as frentistas...
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em humilhar os outros...
É possível detectá-la em pessoas pontuais...

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte, antes, quem está falando e só depois manda dizer se está ou se não está...

Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais...
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o quanto você teve que se desdobrar para fazê-lo...
É elegante não mudar seu estilo, apenas para se adaptar ao outro...
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
“É elegante o silêncio, diante de uma rejeição”...
Sobrenome, jóias e nariz empinado, não substituem a elegância do Gesto...
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante...

É elegante a gentileza.
Atitudes gentis falam mais que mil imagens...
...abrir a porta para alguém... é muito elegante……
...dar o lugar para alguém se sentar... é muito elegante.…..
...Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem imenso para a alma...
...oferecer ajuda... é muito elegante.…..
...olhar nos olhos, ao conversar, é essencialmente elegante...

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas, tentar imitá-la, é improdutivo...
A saída é desenvolver, em si mesmo, a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigos”... não tem que ter estas coisas...
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la……

Educação enferruja por falta de uso...E…, um detalhe: não é frescura.

(Martha Medeiros)

quinta-feira, 24 de abril de 2008

DREADS ARTESANAIS



Os penteados, os 'dreads' e as tranças tomaram conta do nosso cotidiano. A moda afro se universalizou.

Para quem não quer radicalizar e encaracolar, trançar e fazer aplicações em todo o seu cabelo, existe disponível no mercado os dreads artificiais.

Podem ser feitos com cabelo sintético, fitas, cordões, aljofre dourado, madeiras, lã, madrepérola, pingentes de metal, fio de palha, penas, couro, miçangas, terminais e argolas. Com poucos ou muitos fios, conforme sua preferência.

Com grandes vantagens, você usa apenas quando desejar mudar o seu visual e pode trocar por diversos modelos e cores, dependendo da roupa que estiver usando.





quarta-feira, 23 de abril de 2008

A Opinião dos Outros...


(Recebi este texto de uma querida amiga... não foi citada a autoria)


Você se importa com a opinião que os outros têm a seu respeito?



Se a sua resposta for não, então você é uma pessoa que sabe de si mesma.

Que se conhece.

É auto-suficiente.

No entanto, se a opinião dos outros sobre você é decisiva, vamos pensar um pouco sobre o quanto isso pode lhe ser prejudicial.

O primeiro sintoma de alguém que está sob o jugo da opinião alheia, é a dependência de elogios. Se ninguém disser que o seu cabelo, a sua roupa, ou outro detalhe qualquer está bem, a pessoa não se sente segura.

Se alguém lhe diz que está com aparência de doente, a pessoa se sente amolentada e logo procura um médico.

Se ouve alguém dizer que está gorda, desesperadamente tenta diminuir peso.

Mas se disserem que é bonita, inteligente, esperta, ela também acredita.

Se lhe dizem que é feia, a pessoa se desespera.

Principalmente se não tem condições de reparar a suposta feiúra com cirurgia plástica.

Existem pessoas que ficam o tempo todo à procura de alguém que lhes diga algo que as faça se sentir seguras, mesmo que esse alguém não as conheça bem.

Há pessoas que dependem da opinião alheia e se infelicitam na tentativa de agradar sempre.

São mulheres que aumentam ou diminuem seios, lábios, bochechas, nariz, para agradar seu pretendido.

Como se isso fosse garantir o seu amor.

São homens que fazem implante de cabelo, modificam dentes, queixo, nariz, malham até à exaustão, para impressionar a sua eleita.

E, quando essas pessoas, inseguras e dependentes, não encontram ninguém que as elogie, que lhes diga o que desejam ouvir, se infelicitam e, não raro, caem em depressão.

Não se dão conta de que a opinião dos outros é superficial e leviana, pois geralmente não conhecem as pessoas das quais falam.

Para que você seja realmente feliz, aprenda a se conhecer e a se aceitar como você é. Não acredite em tudo o que falam a seu respeito.

Não se deixe impressionar com falsos elogios, nem com críticas infundadas.

Seja você.

Descubra o que tem de bom em sua intimidade e valorize-se.

Ninguém melhor do que você para saber o que se passa na sua alma.

Procure estar bem com a sua consciência, sem neurose de querer agradar os outros, pois os outros nem sempre dão valor aos seus esforços.

Quando a pessoa se conhece, podem emitir dela as opiniões mais contraditórias que ela não se deixa impressionar, nem iludir, pois sabe da sua realidade.

Nesses dias em que as mídias tentam criar protótipos de beleza física, e enaltecer a juventude do corpo como único bem que merece investimento, não se deixe iludir.
Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou aparenta ser.


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DO JEITINHO QUE VOCÊ É!

Beijinhos, Yara

terça-feira, 22 de abril de 2008

"Estilo Pessoal"



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O que é estilo?

Com o passar do tempo, o homem começou a sentir necessidade de enfeitar suas vestimentas para se diferenciar dos demais. Mas isso só se intensificou a partir do final do século XVI, quando a moda transformou-se em um sistema que o homem tem a liberdade de se expressar.
O que muitos não sabem é a diferença entre moda e estilo. Apesar dos dois andarem juntos, há um grande abismo entre eles. Como a moda sofre uma alteração constante, nada mais prático que ter estilo para não se perder em todo esse entra-e-sai de coleção.
Pode-se dizer que estilo é basicamente ter senso para saber o que cai bem dentro das tendências e juntar com aquilo que você mais gosta, estando ou não na moda; não ter medo de arriscar com peças que não estejam nos últimos catálogos.
O que temos de ter em mente é que estar na moda não significa ter estilo. Agora, quem tem estilo está na moda.

Fonte: revista Foco - maio/2007, número 140. Por Fernanda Caixeta, p. 117.
“A Elegância é a arte de não se fazer notar misturada
ao cuidado sutil de se deixar distinguir.”
(Paul Valery)
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segunda-feira, 21 de abril de 2008

De bem com a rotina

De bem com a rotina


A rotina não delimita o ser humano

Tenho constatado que a rotina parece incomodar a maioria das pessoas, algo a trazer desconforto a muitos indivíduos como se fosse o pior dos dissabores, uma situação adversa.
Grande parte das pessoas com as quais tenho a alegria de conviver e partilhar experiências dá demonstrações de insatisfação por viver um roteiro que as impede de enxergar a beleza da rotina.
Alguns dicionários afirmam que a rotina é o “caminho percorrido e conhecido, em geral trilhado maquinalmente” ou “seqüência de atos ou procedimentos que se observa pela força do hábito” ou ainda “uso, prática, norma geral de procedimentos”.
Quero crer que muitos não perceberam ainda a riqueza de suas ações cotidianas, ou mesmo não se detiveram nos detalhes de seu comportamento, desde o levantar pela manhã até encerramento das atividades para descansar ao final da noite.
Ousaria afirmar que nós, muitas vezes, não prestamos atenção ao conteúdo das conversas das quais participamos, nem observamos com atenção devida as palavras que emitimos, isto é, o significado de nossa comunicação. Às vezes, nem mesmo distinguimos nossas atitudes e gestos empregados nas relações com nossos amigos, colegas e pessoas que se nos são apresentadas.
Os procedimentos rotineiros podem e devem ser surpreendentes – por isso, maravilhosos, excepcionais –, pois nos oferecem a oportunidade de fazer algo diferente na construção da formação e da dignidade das pessoas; uma aprendizagem mais humana com nossos semelhantes.
Para fazer a vida mais interessante, necessitaríamos romper as barreiras a nos impedir que criemos momentos novos e restauradores para uma efetiva transformação na nossa vida e na dos outros; precisamos transpor os obstáculos que nos fazem inertes e aliados de um hábito asfixiante.
A rotina tornar-se-á admirável para todos quando nos abrirmos para o mundo que vislumbramos e estamos a buscar, porque isso só acontece a partir de nós mesmos e não dos outros. O gesto rotineiro ou a ação a que nos refratamos serão sempre um espetáculo quando nos desfizermos do olhar preconceituoso que trazemos na bagagem do orgulho que carregamos; que nos põe nos degraus da arrogância e auto-suficiência.
Sou defensor da rotina, da vida simples que nos conduz à sabedoria. Aliás, a simplicidade da vida nos faz amantes da rotina, porque temos a chance de observar mais para aprender sempre, cativar as pessoas, conquistar o mundo e viver a vida verdadeiramente.
A rotina não delimita o ser humano; ao contrário, as pessoas se limitam nas ações rotineiras e vivem a resmungar e a se queixar da vida que levam porque não possuem a habilidade suficiente para driblar os desafios aos quais são submetidas. São testes, experiências imensuráveis, favores de Deus.
Nossas contradições, todavia, não nos permitem (como no fundo, no fundo, gostaríamos!) lembrar que só valorizamos alguém ou algo quando não mais encontramos ou perdemos e não temos mais sob o nosso controle aquilo que imaginávamos não ter importância.
Só valorizamos a vida quando estamos impedidos de viver nossa liberdade; consideramos a família quando estamos muito longe de nossas casas; enaltecemos nossos pais quando já não fazem parte do nosso convívio. Enchemos os pulmões e estufamos o peito para falar bem de nosso País quando estamos longe de nossos conterrâneos, de nossa terra e nossas origens.
Na vida precisamos constantemente cultivar a alegria e o bom humor e fazer tudo com sentimento de perfeição, para surpreender as pessoas com momentos especiais.
Que os céus nos permitam entrever seu infinito e atraente azul, mesmo na companhia de nuvens cinzentas, e que a graça do Alto – a nos conduzir vida afora – nos permita realizar, alegremente, os atos mais simples e rotineiros, requerentes da nobreza dos grandes, da espontaneidade e da franqueza das crianças.

Reinaldo Cesar / jornalista TVCN

(Texto e imagem retirados da internet)

domingo, 20 de abril de 2008

Uma Receita para o Lanche de Domingo

Esta receita está há anos na família, graças a minha querida amiga-irmã Cláudia.
Sempre fez muito sucesso! Obrigada amiga, por dividir sempre comigo seus
dotes culinários.


PIZZA ENROLADA


MASSA:

1 copo de 200ml de leite morno
45g de fermento Fleischmann
1 xícara de chá de óleo
1 ovo inteiro
sal a gosto
+ ou – ½ kg de farinha de trigo

Dissolver o fermento no leite morno, acrescentar os demais ingredientes e sovar a massa. Por para descansar (crescer) durante uns 20 minutos. (tempo suficiente para preparar o recheio)
Depois de crescida, dividir a massa em 2 partes e abrí-las com um rolo na espessura de uns 0,5cm + ou – e recheá-las.

RECHEIO:

250g de mussarela
250g de presunto
5 tomates (sem sementes) picados
sal a gosto
½ xícara de azeitonas picadas
cheiro verde (a gosto)
orégano a gosto
1 colher de sopa de azeite

Forme um rocambole após rechear a massa, pincele com gema de ovo e coloque para assar. Forno moderado, + ou – ½ hora.

BOM APETITE!

Beijinho,






sábado, 19 de abril de 2008

Meus Bichinhos - Meus Amores


AOS ANIMAIS


Vocês são nosso alimento, nossas cobaias, nossos amigos. Repartem conosco os problemas e conflitos deste mundo que nós, seres racionais, tivemos a pretensão de construir, alterar e modificar, muitas vezes sem pensar que de nossas decisões dependiam a sobrevivência e o conforto de vocês.
Ocupamos um espaço que a vocês pertencia. E vocês, humildemente se calaram. Destruímos suas crias, matamos suas fêmeas, caçamos seus machos, numa fútil e irracional demonstração de força pela caça predatória. E vocês, assustados, sucumbiram.
Aprisionamos sua beleza e exibimos diante dos olhos curiosos e desumanos. E vocês, condescendentes, permitiram. Retiramos suas peles, alimentamo-nos com suas carnes, utilizamos suas forças, nem sempre por necessidade, às vezes, até, por crueldade. Crueldade racional. E vocês, submissamente, sacrificaram-se.
Poluímos o seu mundo puro com nossa tecnologia desumana e vocês, corajosamente, fugiram dela. Mas fugiram calados. Com a nossa inteligência domesticamos a sua selvageria, conquistamos sua amizade. Mas infelizmente não soubemos retribuí-la como vocês mereciam.
Por tudo isso pedimos perdão.
Tomara que nós, seres racionais, ainda tenhamos tempo de aprender as lições de vida que vocês podem nos ensinar.

(desconhecemos o autor)

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Com quatro séculos de história, as bijuterias continuam encantando as mulheres.


(As peças das ilustrações são montadas por mim, no Ateliê Yamar Bijoux)

História

As bijuterias surgiram em 1929, durante a grande depressão norte-americana, como alternativa à jóia. Logo conquistou seu espaço graças à versatilidade e à variedade dos materiais trabalhados que, não impondo limites à criatividade, adaptavam-se à moda e às tendências. A criação das peças é considerada um ramo da ourivesaria, que trabalha com ligas de metais que imitam o ouro e a prata, e com pedras semi preciosas ou similares de gemas (vidro, plástico etc.).
(Wikipédia)


As Boas e novas bijuterias

(Mariana Abreu Sodré - O Estado de S.Paulo)
Quando surgiu, no século 18, a bijuteria imitava a jóia. Era uma opção de consumo para a classe média, e um artifício engana-gatuno para os ricos, que usavam réplicas de suas poderosas peças em ouro e pedras preciosas, evitando perdas maiores - veja só - em eventuais assaltos às suas carruagens. Dois séculos depois, nos anos 20, veio Coco Chanel e tornou o que era tido como "menor" em objeto de desejo. Chanel tirou das bijuterias o estigma de meras imitações de jóias - embora ainda fossem -, valorizando e "glamourizando" as réplicas, e derrubando a moda da ostentação. Quatro décadas depois, nos anos 60, quando Paco Rabanne iniciou sua carreira, produzindo bijuterias para as maisons Dior, Balenciaga e Givenchy, as bijus já não eram só reproduções de colares, brincos e pulseiras de alto valor: tinham personalidade.
De lá para cá, pouca coisa mudou. Nos anos 00, as bijuterias continuam sendo usadas como opção à jóia. Lançar mão de réplicas para poupar cifras em assaltos passou da esperteza para a necessidade. E há, ainda, quem use cópias para tentar impressionar ou enganar olhos alheios. No entanto, tal qual nos anos 20, a moda do luxo ostensivo está em declínio. E, assim como aconteceu nos anos 60, as bijuterias ganham personalidade.
Nesta onda, destacam-se as criações que passam longe da imitação de jóias - e também de qualquer referência à 25 de Março. Peças com design, autenticidade e preço acessível.

Portanto... Meninas... Façam bom uso delas! Vão estar sempre em moda!
Abraços, Yara

quinta-feira, 17 de abril de 2008

FAMÍLIA

Deus tem um plano para as famílias e deseja abençoa-las. Esta foi sua promessa a Abraão:
“...em ti serão benditas todas as famílias da terra”. - Gênesis 12:3b



"A família é a célula mais importante da sociedade”.

"Se nela reinam a paz e os valores humanos, não somente os pais viverão felizes e sem tensão, mas também seus filhos, seus netos e talvez as gerações subseqüentes.

Se tiverem fé em uma religião, seus filhos também se interessarão naturalmente.
Se falarem polidamente, se conduzem de forma moral, se amam e se respeitam, ajudam os que têm necessidade e preocupam-se com o mundo que os circunda, há fortes indícios de que seus filhos farão o mesmo e se conduzirão também como pessoas responsáveis." (D.L.)





quarta-feira, 16 de abril de 2008

BIJUTERIAS COMPLEMENTAM O SEU VISUAL


BIJUTERIAS...


Podem ser simples, arrojadas, chiques, modernas, caras, baratas; tanto faz! Se elas forem bem escolhidas, podem transformar o seu visual.


Não entendo e nem me ligo tanto em "moda" (estranho isso... pra quem trabalha com Bijus), o que gosto mesmo de montar bijuterias! E de uma coisa eu tenho certeza: não interessa o que você veste desde que nunca se esqueça de colocar acessórios. Eles colaboram para que tenha um visual mais bonito, além de realçar a sua “marca pessoal”.


O melhor é respeitar as suas preferências e usar o bom senso sempre! Elas podem ser pequenas, grandes, curtas ou compridas. De elementos naturais ou de muranos, pedras, cristais, miçangas etc. O importante é saber escolher o que mais combina com você. "Respeitem o seu bom senso! Eu repito..."


Estarei postando neste espaço mix sobre este assunto. E também algumas fotos dos meus trabalhos com bijus. Espero que gostem! E postando outras coisitas mais. :-)


Aproveito para agradecer aos amigos queridos e familiares que sempre me incentivaram a fazer o que gosto.


Um grande abraço a todos.

Carinhosamente, Yara

terça-feira, 15 de abril de 2008

NA VIDA... MUITAS VEZES É ASSIM...

PEDRINHAS NO CAMINHO



Mal sabemos o quanto Ele suportou,
suporta e suportará por nós.
Não deixe de tentar descobrir um pouco mais sobre Ele,
que lhe protege de tantas...
Não deixe de bater um papo com Ele...
Não deixe de agradecer...
Ele esta aí...
Com você!










segunda-feira, 14 de abril de 2008

ETERNO





"Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata!” (Carlos Drummond de Andrade)

Fácil é ouvir a música que toca. Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras. Difícil é segui-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber... Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade. Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo. Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida. Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica. Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites. Difícil é lutar por um sonho.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar. Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar. Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou “como vai”? Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados. Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado. Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião. Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá...

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias. Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação. Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado. Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos “pessoas especiais”.