domingo, 21 de setembro de 2008

Dia de Música - "Jorge Drexler"



Dia especial de música hoje.






Especial por 2 motivos.
Primeiro que se trata de um cantor que eu
"amodoro" e segundo por ser o seu aniversário.

Suas músicas são lindas e como costumo dizer,
ele tem uma "tocada" que é só dele!
Este é talvez o principal trunfo da música de Drexler.
Amor, solidão, saudade, rotina, passam pela
pena do compositor e ganham alta carga lírica.
Associados as melodias assobiáveis, então,
os versos são um convite para cantar junto.

Vamos curtí-lo juntos.

Bjks,

Yara






"Jorge Drexler"






''Jorge Drexler'' (Montevidéu, 21 de setembro de 1964) é um cantor e compositor uruguaio, mais conhecido pela sua canção “Al Otro Lado del Río”, a primeira música em língua espanhola a vencer o Oscar de melhor canção.








Indicações e Prêmios

O álbum ''Sea'' foi indicado ao Latin Grammy Awards e ao MTV Latin Awards no ano de 2001 e votado entre os 10 melhores álbuns daquele ano pela revista Rolling Stone Argentina.

Tanto ''Sea'' como ''Frontera'' foram indicados aos Prêmios Gardel de la Música Argentina em 2001 e 2000, respectivamente, e receberam disco de ouro por suas vendas no Uruguai.

''Eco'' foi indicado na categoria de melhor álbum na IX edição dos Prêmios de la Musica no ano de 2005 na Espanha, além de conseguir disco de ouro na Espanha e na Argentina e disco de Platina no Uruguai. Esse mesmo álbum foi indicado aos Latin Grammy Awards e ao Grammy americano.

É do álbum ''Eco²'' a música ''Al Otro Lado del Río'' que recebeu o Oscar de melhor canção original pelo filme de Walter Salles, ''Diários de Motocicleta''.





Discografia




“La luz que sabe robar” (1992)
“Radar” (1994)
“Vaivén” (1996)
“Llueve” (1998)
“Frontera” (1999)
“Sea” (2001)
“Eco” (2004)
“Eco2” (2005)
“12 segundos de oscuridad” (2006)
"Cara B + Cara C + DVD" (2008)





Entrevista


Jorge Drexler
27.07.2006


Ganhador do Oscar de melhor canção por Al Otro Lado del Río, do filme Diários de Motocicleta, o cantor, compositor e violonista uruguaio exibe as baladas deliciosamente pop do disco Eco, a exemplo de Milonga Del Moro Judío e Deseo.

Por Ricardo Moreno

Veja São Paulo — Você formou-se em medicina e chegou a exercer a profissão. Como ocorreu a transição para a música?

Jorge Drexler — Eu costumava tocar em bares e teatros de Montevidéu, no Uruguai. Meus dois primeiros discos, inclusive, foram bancados com o dinheiro que eu ganhava como médico. Certo dia, o cantor espanhol Joaquín Sabina me viu no palco e disse: “você não é médico, você é músico.” E me convidou para excursionar pela Europa. Não parei mais.

Veja São Paulo — Quantas vezes vocês já se apresentou em São Paulo?

Jorge Drexler — Esta é quarta vez. Antes, havia tocado no Sesc Vila Mariana, no aniversário do Washington Olivetto e junto com o Paulinho Moska numa universidade.

Veja São Paulo — Você é muito amigo do Moska. Qual a importância que ele teve na sua carreira?

Jorge Drexler — Foi o Moska quem consolidou a minha relação com o Brasil e com a música brasileira. Anos atrás, recebi um e-mail dele dizendo que tinha ouvido meu disco e queria gravar alguns temas. Me convidou para ir ao Rio de Janeiro. Lá, conheci figuras maravilhosas como Fernanda Abreu, Lenine, Celso Fonseca, Adriana Calcanhotto, Beto Villares e o percussionista Marcos Suzano, que participa do meu último trabalho, Eco.

Veja São Paulo — Apesar de vocês morar na Espanha há dez anos, continua gravando seus discos no Uruguai. Por quê?

Jorge Drexler — Tem muito a ver com o meu crescimento e minha identidade musical, e com a conexão que tenho com Montevidéu, afinal passei grande parte da minha vida lá. Além disso, é muito mais barato (risos).

Veja São Paulo — Sua vida mudou muito depois que ganhou o Oscar?

Jorge Drexler — Mudou, sobretudo no trabalho. Vendo mais discos, faço mais shows (média de quinze por mês) e, consequentemente, o reconhecimento artístico é maior. O lado ruim é que tenho ficado pouco em casa e não encontro mais tempo para escrever novas canções.

Veja São Paulo — No show do Tom Brasil você será acompanhado apenas de um guitarrista e programador. Trata-se de economia ou conceito artístico?

Jorge Drexler — Os dois. Eu poderia ter levado uma banda grande, mas meu projeto atual é centrar os espetáculos apenas na guitarra e na voz. Além disso, gosto de fazer a relação da voz com vós, pronome pessoal muito usado na língua espanhola. Soa algo como “a guitarra e vocês”.

Veja São Paulo — É verdade que na sua juventude você participava de concursos de contos e poesias?

Jorge Drexler — Escrevi um único conto na vida, chamado O Ataque, e venci um concurso cujo jurado era Eduardo Galeano (escritor uruguaio, autor do fundamental estudo As Veias Abertas da América Latina). Tratava-se de uma história com forte influência kafkaniana, na qual o protagonista perdia a influência da gravidade e começa a flutuar.





Fotos



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Vídeos







Mi guitarra y Vos








La Vida Es Mas Compleja De Lo Que Parece


Site Oficial: http://www.jorgedrexler.com

Fonte:

http://pt.wikipedia.org

http://www.lastfm.pt

Imagens: Google Imagens

Música: Al otro lado del rio


Registro Extra:


Parabéns Café, pelos seus 6 aninhos!

I Love You







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