domingo, 14 de setembro de 2008

Dia de Música - "Genesis"






Dia de música hoje.

Registrando aqui no meu cantinho
uma banda que eu adoro.

Embrião do Rock progressivo , excelência por natureza, do
início em 1968 de mera banda folk passaram a compositores
das linhas e discos mais progressivos que se tem notícia.
O fato de sempre contarem histórias em suas letras nos
mostra um lado ousado desta banda.





GENESIS







Uma das mais importantes bandas da história do rock, e possivelmente a mais importante do rock progressivo.


A história do grupo é vasta e intensa. Dentro de um gênero como o rock progressivo, caracterizado pela complexidade das músicas, e (talvez por isso) pela diversidade de opiniões do público, o Genesis é uma das poucas unanimidades entre os admiradores do gênero.




Tony Banks (teclados, guitarra), Mike Rutherford (baixo, guitarra), Phil Collins (bateria, vocal), Chester Thompson (bateria), Daryl Stuermer (guitarra, baixo)


Banda britânica de rock progressivo formada em 1967, quando os seus fundadores Peter Gabriel, Mike Rutherford, e Tony Banks ainda estudavam na Charterhouse School. Alcançaram sucesso nas décadas de 1970, 1980 e 1990.

Com aproximadamente 150 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, o Genesis é considerado como um dos trinta maiores artistas de todos os tempos. A banda é amplamente conhecida por duas fases musicais diferentes. Na fase inicial da carreira, suas estruturas musicais complexas, instrumentação elaborada e apresentações teatrais a tornou uma das bandas mais reverenciadas do rock progressivo na década de 1970. Criações clássicas da banda nesse período incluem a canção de 23 minutos "Supper's Ready", além do álbum conceitual de 1974 The Lamb Lies Down on Broadway. A partir da década de 1980, sua música tomou um caminho distinto em direção ao pop, os tornando mais acessíveis para a cena musical.

Os Genesis gravaram o seu primeiro álbum From Genesis to Revelation em 1968. A banda gravou uma série de músicas refletindo o estilo pop leve dos Bee Gees, tendo o produtor King juntado estas músicas num pseudo álbum conceitual juntando-lhe arranjos de cordas. O álbum foi um terrível fracasso.

Acabaram por fazer outro contrato com a Charisma Records. Devido às atuações ao vivo a banda começou a ser conhecida por melodias hipnóticas, que eram muitas vezes também, escuras, densas e com uma sonoridade medieval, Anthony Philips deixou a banda em 1970 a seguir ao lançamento de Trespass devido a discordâncias quanto ao rumo que a banda estava seguindo. A partida de Phillips foi bastante traumática para Banks e Rutherford, pois devido a Phillips ser um membro fundador, tinham dúvidas sobre se deveriam ou não continuar sem ele.

Steve Hackett e Phil Collins juntaram-se ao grupo após terem respondido a anúncios no Melody Maker e realizado audições com sucesso. Em 1971 editam Nursery Cryme.

Em 1972 é editado o álbum Foxtrot que continha a faixa de 23 minutos “Supper’s ready” e “Watcher of the skies” inspirado em Arthur C. Clarke; a reputação dos Genesis como compositores e intérpretes sai solidificada. A presença em palco extravagante e teatral de Peter Gabriel que envolvia numerosas mudanças de vestuário e histórias surreais contadas como introdução para cada música, fizeram da banda uma das mais faladas no princípio dos anos 1970.

Selling England by the Pound, editado em 1973, é reconhecido tanto pela crítica como pelos fãs por quem é normalmente considerado como o seu melhor trabalho. Clássicos como “Firth of fifth” e “Cinema show” seriam peças fundamentais nos concertos da banda durante muitos anos. A banda se aventurou num projeto muito mais ambicioso, o álbum conceitual The Lamb Lies Down on Broadway, que foi editado em Novembro de 1974.

Peter Gabriel deixou a banda em 1975 logo depois da excursão de divulgação de The Lamb Lies Down in Broadway por se sentir cada vez mais separado da banda, tendo o seu casamento e o nascimento do primeiro filho ajudado a aumentar essa tensão pessoal.

Os outros membros do grupo escreveram praticamente todas as músicas do álbum, tendo Gabriel limitado-se a escrever a história e as letras sozinho. O primeiro álbum solo de Gabriel Peter Gabriel I de 1977 continha “Solsbury hill”, uma alegoria à sua saída dos Genesis.

Após considerarem vários substitutos para Gabriel, decidiram que Phil Collins iria substituí-lo, mudando assim a forma da banda de um quinteto para um quarteto. Para surpresa de muita gente, Collins provou ser o vocalista ideal para a banda, já que havia quem achasse que a banda fracassaria sem Peter Gabriel.

A Trick of the Tail e Wind and Wuthering, editados com um ano de intervalo um do outro, foram bem recebidos, demonstrando que os Genesis afinal eram mais do que uma banda de suporte do seu ex-líder. Bill Bruford tinha acabado de sair dos King Crimson e juntou-se ao grupo na turnê de 1976 como baterista e mais tarde, Chester Thompson (veterano dos Weather Report e de Frank Zappa) tomaria conta da bateria nos concertos, deixando Collins livre para o vocal.

Em 1977 Steve Hackett deixou o grupo, passando Rutherford a ocupar-se das guitarras e o grupo continuou como um trio, fato que se reflectiu no título do álbum seguinte And Then There Were Three. Este álbum iniciou também outra grande alteração, com a banda afastando-se das músicas longas e entrando no formato mais curto e amigável para as rádios; este álbum conseguiu o primeiro single de êxito nos Estados Unidos com "Follow you follow me".

O êxito dos Genesis pelos anos 1980 estava assegurado, embora muitos fãs da era Gabriel se sentissem traídos. Cada álbum tornava-se mais e mais comercial e a audiência aumentava na mesma proporção.

Dois anos depois de lançar Abacab, em 1981, o álbum Genesis ainda trazia algumas composições próximas no progressivo como "Mama" e "Home by the Sea", esta conhecida pelas duas versões, uma delas totalmente instrumental.

Em 1986 é lançado Invisible Touch, o maior sucesso de vendas, com mais de 20 milhões de cópias vendidas. Hits como "Invisible touch", "Tonight tonight tonight", a romântica "In too deep" e "Throwing it all away" tomaram as paradas de sucessos de todo o mundo, além do bem-sucedido videoclipe de "Land of confusion" na MTV.

Nos fins dos anos 1980 e princípios de 1990, a banda tocava regularmente em grandes estádios por todo o mundo e em Julho de 1987, tornaram-se mesmo os primeiros a tocar quatro noites seguidas no estádio de Wembley.

Entretanto, Collins tornou-se uma super estrela, ao manter paralelamente uma bem sucedida carreira solo, na produção, como ator televisivo na série Miami Vice, tocando bateria como convidado em excursões de Robert Plant e Eric Clapton. O seu sucesso solo pode ter influenciado o sucesso e a direção musical dos Genesis. Collins abandonou o grupo em 1996. Banks e Rutherford continuaram e elegeram o ex-Stiltskin Ray Wilson para o substituir. O álbum Calling All Stations vendeu bem em toda a Europa, mas não teve grande sucesso nos Estados Unidos, onde o hip-hop, o rock alternativo e o teen pop suplantavam o rock clássico nas paradas de vendas.

Para todos os efeitos a banda dispersou-se, mas os seus membros individualmente (incluindo Phillips e Hackett, mas excluindo Gabriel) continuam a manter contatos regulares e não negaram a eventualidade de uma reunião.

A formação clássica gravou em 1999 uma nova versão de "Carpet crawlers" (embora o tivessem feito separadamente) para um Greatest Hits, e a maioria dos membros originais envolveram-se na edição de Archive, uma compilação em duas caixas de CDs.

Alguns pronunciamentos de Collins, Hackett e Gabriel no final de 2005 sobre um provável retorno do grupo e um encontro entre os membros da banda na Suíça em janeiro de 2006 estimularam as especulações dos fãs do grupo de uma possível volta.

Após muita especulação sobre a reunião, Tony Banks, Phil Collins e Mike Rutherford anunciaram a turnê de reunião "Turn It On Again" em 7 de novembro de 2006, quase quarenta anos após a formação da banda. Foi confirmado que a primeira parte da turnê seria na Europa, em doze países, começando em Helsinki, Finlândia em junho de 2007 e terminando em Roma, Itália em julho. A turnê então seguirá para os Estados Unidos em mais vinte concertos.

A idéia original era reunir também Peter Gabriel e Steve Hackett e executar a turnê para The Lamb Lies Down on Broadway. A princípio, Peter Gabriel aceitou o convite para apresentar-se, mas não gostaria de comprometer-se com a turnê, o que acabou levando a sua saída da reunião. Hackett também recusou o convite, mas mantém boas relações com o resto da banda. Em seu site oficial o músico inclusive deseja sucesso na reunião do Genesis.




Discografia



1969 - From Genesis to Revelation
1970 - Trespass
1971 - Nursery Cryme
1972 - Foxtrot
1973 - Selling England by the Pound
1973 - Genesis Live
1974 - The Lamb Lies Down on Broadway
1976 - A Trick of the Tail
1976 - Wind and Wuthering
1977 - Seconds Out
1978 - ...And Then There Were Three
1980 - Duke
1981 - Abacab
1982 - Three Sides Live
1983 - Genesis
1986 - Invisible Touch
1991 - We Can't Dance
1992 - The Way We Walk - Vol. 1: The Shorts 1992
- The Way We Walk, Vol. 2: The Longs
1997 - Calling All Stations
1998 - Genesis Archive – 1967/75 (caixa de 4 cds)
1999 - Turn it on Again
2003 - Live at Wembley Stadium
Genesis Archive – 1976/1992 (caixa com 3 cds)
2004 - Platinum Collection
2008 - Live Over Europe 2007

DVDs

Genesis Songbook (2001)
The Way We Walk Live In Concert (2001)
Invisible Touch Live At Wembley Stadium (2003)
Video Show DVD (2004)





Vídeos que vale a pena assistir para recordar:
E muitos outros...








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Fontes:
Site Oficial: http://www.genesis-music.com



Música: The Musical Box - Genesis


3 comentários:

Unknown disse...

Caríssima Yara. Bem sabe você que sou apaixonado pelo Genesis, principalmente a fase Peter Gabriel. Tenho todos os discos deles (em vinil mesmo!) e "viajo" no som que eles executam, ficando, às vezes, horas entorpecido. Ouso discordar da crítica, mas considero o primeiro álbum, From Genesis to Revelation, um belo intróito ao mundo musical, sobretudo porque, naquela época, era o som perpetrado pela maioria das bandas. No entanto, a musicalidade que brotou daquele LP agradou muito aos meus ouvidos. Ouço regularmente esse disco, agora em MP3 e me sinto muito bem. Quanto aos demais, sem comentários. O seu histórico retrata fielmente tudo o que rolou com a banda em termos globais. Parabéns pelo trabalho. Simplesmente adorei!!

Unknown disse...

Yara: e como você parece estar inspirada, ouso sugerir outras bandas não menos importantes, quando possível, como Pink Floyd, Supertramp, Alan Parson's Project, Yes (outra banda poderosamente progressiva), Gentle Giant, The Who, Jethro Tull, etc.. Todas têm o seu valor no mundo musical. E olha que posso afirmar sem medo de errar que hoje em dia ninguém faz o que elas fizeram. Beijos. José Di Siervi.

Rita disse...

Ya
Pois é
Você conseguiu fzer com que seu fiel amigo escrevesse com prazer em seu blog.
Que bom isso né?
Veja, o que ele falou é verdadeiro, fica entorpecido, viaja e confesso que muitas vezes sinto até ciúmes hehehe
Mas ele gosta demais, curte demais e isso já há décadas.
A postagem tá linda, adoro Musical Box e outras cositas.
Depois vou te mostrar a música do Genesis que marcou meu primeiro encontro com meu love.
Beijão com arinho
Rita