“O humor nos preserva do desespero quando sofremos e nos entretem em outros momentos” (psicanalista Patrícia Argelazi).
“É um sinal de inteligência, uma possibilidade de lidar com situações difíceis de outra maneira”.
“Poder viver as coisas de uma maneira mais leve também é um ótimo canal para extravasar a agressividade”.
É claro que ninguém deve bancar a Poliana, personagem clássica da literatura infanto-juvenil que ficava feliz nos momentos mais impensáveis. O segredo está em tentar aceitar as dificuldades que são uma constante em nossa vida e não se chatear tanto com as pedras que surgem no caminho.
“Ficar de mau humor não paga dívidas nem acaba com o estresse (psicanalista Maria Helena Saleme, também do Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo).
Enquanto existe vida, há sempre oportunidade de sermos mais felizes (Wellington Nogueira, fundador e coordenador da ONG Doutores da Alegria).
“Posso estar no trânsito e escolher estar amargurado ou ouvir uma música agradável e pensar em coisas boas”.
Existem pessoas que só conseguem ver o mundo em preto e branco e têm como mantra principal a ladainha preferida da hiena Hardy, no desenho Lippi, o Leão: oh dia, oh azar, isso não vai dar certo. Assim a vida fica muito mais difícil (e chata) com certeza.
“O humor está diretamente relacionado à aceitação pessoal”, segundo Maria Helena. “Ele se manifesta quando você da colo a si mesma e sente-se feliz por suas atitudes”.
A auto-estima é algo construído com a ajuda da família durante o crescimento e pode ser conquistada através do processo terapêutico. Ou seja, felizmente há uma luz no fim do túnel” (Patrícia Argelazi).
O bom humor também está intimamente relacionado ao jeito que encaramos a vida: de uma forma positiva ou negativa. “Para os bem-humorados, o que é fácil é realmente fácil e o que é difícil dá-se um jeito” (fonoaudióloga Ana Maria Alvarez, autora do livro Deu branco, Um Guia Para Desenvolver o Potencial de Sua Memória – Editora Record).
“Quando conseguimos sair do lugar da tragédia, os problemas se relativizam e o drama deixa de ser o centro de nossa vida” (Patrícia Argelazi). “As pessoas adoecem menos, usam o estresse em favor próprio e cultivam relações melhores com as pessoas à sua volta (Wellington Nogueira). Elas podem influenciar quem está ao seu redor, já que o humor tem um efeito multiplicador. È difícil ficar triste diante de uma pessoa feliz.
O bom humor é algo que deve ser desenvolvido e cultivado, tornando-se um estado de espírito.” Se é possível levar sorriso e alegria a hospitais, imagine então para quem não está dentro de um lugar desses? (Ricardo Cabral, presidente e fundador da ONG Presente de Alegria, SP).
Quando você ri para uma pessoa, ela automaticamente responde à ação com a mesma atitude. Só que não adianta apenas mexer os lábios ou exibir um sorriso amarelo. “O movimento precisa vir de dentro para fora” (Ricardo Cabral).
(Menezes, Renata. Artigo: Revista Bons Fluidos. Abril/2009 No 121)
“É um sinal de inteligência, uma possibilidade de lidar com situações difíceis de outra maneira”.
“Poder viver as coisas de uma maneira mais leve também é um ótimo canal para extravasar a agressividade”.
É claro que ninguém deve bancar a Poliana, personagem clássica da literatura infanto-juvenil que ficava feliz nos momentos mais impensáveis. O segredo está em tentar aceitar as dificuldades que são uma constante em nossa vida e não se chatear tanto com as pedras que surgem no caminho.
“Ficar de mau humor não paga dívidas nem acaba com o estresse (psicanalista Maria Helena Saleme, também do Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo).
Enquanto existe vida, há sempre oportunidade de sermos mais felizes (Wellington Nogueira, fundador e coordenador da ONG Doutores da Alegria).
“Posso estar no trânsito e escolher estar amargurado ou ouvir uma música agradável e pensar em coisas boas”.
Existem pessoas que só conseguem ver o mundo em preto e branco e têm como mantra principal a ladainha preferida da hiena Hardy, no desenho Lippi, o Leão: oh dia, oh azar, isso não vai dar certo. Assim a vida fica muito mais difícil (e chata) com certeza.
“O humor está diretamente relacionado à aceitação pessoal”, segundo Maria Helena. “Ele se manifesta quando você da colo a si mesma e sente-se feliz por suas atitudes”.
A auto-estima é algo construído com a ajuda da família durante o crescimento e pode ser conquistada através do processo terapêutico. Ou seja, felizmente há uma luz no fim do túnel” (Patrícia Argelazi).
O bom humor também está intimamente relacionado ao jeito que encaramos a vida: de uma forma positiva ou negativa. “Para os bem-humorados, o que é fácil é realmente fácil e o que é difícil dá-se um jeito” (fonoaudióloga Ana Maria Alvarez, autora do livro Deu branco, Um Guia Para Desenvolver o Potencial de Sua Memória – Editora Record).
“Quando conseguimos sair do lugar da tragédia, os problemas se relativizam e o drama deixa de ser o centro de nossa vida” (Patrícia Argelazi). “As pessoas adoecem menos, usam o estresse em favor próprio e cultivam relações melhores com as pessoas à sua volta (Wellington Nogueira). Elas podem influenciar quem está ao seu redor, já que o humor tem um efeito multiplicador. È difícil ficar triste diante de uma pessoa feliz.
O bom humor é algo que deve ser desenvolvido e cultivado, tornando-se um estado de espírito.” Se é possível levar sorriso e alegria a hospitais, imagine então para quem não está dentro de um lugar desses? (Ricardo Cabral, presidente e fundador da ONG Presente de Alegria, SP).
Quando você ri para uma pessoa, ela automaticamente responde à ação com a mesma atitude. Só que não adianta apenas mexer os lábios ou exibir um sorriso amarelo. “O movimento precisa vir de dentro para fora” (Ricardo Cabral).
(Menezes, Renata. Artigo: Revista Bons Fluidos. Abril/2009 No 121)




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